Para ela aprender inglês seria um pesadelo! Conheça a história de superação de Luiza Silvestre

Hoje conhecemos a história da Luiza, uma dentre tantas outras pessoas que ainda possuem um certo receio quando o assunto é o domínio da língua inglesa. Confira:

“Eu vi a necessidade bater à porta, e já não dava mais para ignorar. Sabe quando você está sendo pressionado contra a parede para solucionar algo e a certeza de que ignorar certo assunto não dá mais? Foi exatamente assim que me senti quando aprender inglês tornou-se meu “pesadelo”. Não é que eu ignorava o aprendizado da língua, só não dava a devida importância.

Em 2020 foi o ano da virada! Eu precisava aprender inglês para me comunicar com meus clientes e ainda ter um maior domínio sobre os conteúdos que são demandados no meu trabalho. Sai em busca de uma escola que atendesse a mim e as minhas urgências e após algumas pesquisas encontrei a Embassy onde pude conversar com a CEO Ana Paula Petrosino. Juntas construímos um cronograma estruturado de estudos e ainda sai avisada de que não ganharia fluência da noite para o dia como estava achando que seria. 

A experiência foi ótima! A Ana tem o dom de ensinar.  As aulas foram dinâmicas e objetivas, onde tive oportunidade de me expressar e principalmente, aprender. O que mais me chamou a atenção foi a interação direta entre aluno e professor, a dinâmica das aulas, eventos, entre outros. São disponibilizados diversos meios para aprendizagem, estimulando o aluno a novas oportunidades. Destaco também o aprendizado como um todo, como por exemplo: a correção de pronúncias, a perda o medo de falar, o conhecimento em novas palavras, dicas ao ouvir expressões e identificar o ponto chave da frase etc.

Depois disso pude verificar a melhoria no desempenho de atividades em meu trabalho, comecei a participar de treinamentos e cursos. Posso concluir que a Embassy busca um método de ensino de acordo com as necessidades do aluno e que estimula o aprendizado a cada aula, de forma dinâmica.

Aventureiro, sonhador, apaixonado pela família, viajante, Bernardo Vieira, conta como o inglês tem sido fundamental na sua jornada de vida pessoal e profissional.

Nós temos muito orgulho de nossos alunos e amamos vê-los alcançar o sucesso. Hoje nós trazemos um pouco da história de vida do Bernardo Vieira Neves e de como ele tem se esforçado para alcançar seus objetivos de vida pessoais e profissionais. De antemão nós já podemos te dizer que ele adora  escutar música, assistir filmes, ir para concertos de teatro com shows, praticar esportes e conhecer novos lugares. Sua mãe sempre o incentivou a aprender sobre países e capitais desde criança. Aos 17 anos foi morar no sul do Brasil onde tem família e retornou a Manaus em 2017, período em que conheceu muitos países através de intercâmbio cultural, na área de organizações sociais e empresarial. Gosta muito de esportes de ação, treina jiu-jitsu há quase 10 anos, ama surfar, e, como não tem mar aqui por terra amazonense, ele anda de skate-long simulando o surf para suprir a falta do mar.

“Voltei para Manaus em Julho de 2017 e em Outubro já estava contratado por uma empresa da indústria de eletroeletrônicos do Polo Industrial de Manaus. Trabalho com planejamento de Compras na área de Procurement num time de 11 pessoas. Sempre trabalhei com logística de comércio exterior, compras e negociação. Fiquei um bom tempo afastado da indústria nos anos que antecederam a minha mudança para Manaus. Então comecei a me preparar antes de chegar aqui. Deu tudo certo e quando vi já estava trabalhando e cursando pós graduação na área de gestão empresarial. Um ano depois, a empresa me ofereceu um curso de Inglês na Embassy e não pensei duas vezes pra começar. Hoje eu não tenho mais tempo pra diversão e tenho que dar conta da longa jornada de trabalho, pós-graduação, aulas de Inglês e treinos de jiu-jitsu. Desde que decidi me mudar pra Manaus eu estava decidido voltar pra área industrial e estou bem satisfeito com a minha trajetória, só tenho a agradecer a empresa, às pessoas com as quais convivo, meus amigos, pais e minha esposa.

Meu primeiro contato com o idioma foi ainda quando morava em Manaus, na infância. Minha mãe me levou no curso de inglês e iniciei o Japim I – curso voltado para menores, mas não dei continuidade acabando por cursar 1 ou 2 semestres de Inglês. Eu tinha 12 ou 13 anos. Voltei a estudar Inglês mais tarde por cursar faculdade de comércio exterior, quando iniciei no nível básico, passando pelo Intermediário e fui até o início do nível avançado de Inglês. Logo eu estava fazendo intercâmbio em países como Nova Zelândia e Austrália. Sempre trabalhei usando Inglês técnico para gerenciar importações aqui no Brasil, mas adquiri fluência escutando música e assistindo muitos filmes, adquirindo a cultura de estudar e praticar Inglês. O intercâmbio na Nova Zelândia foi bastante desafiador por não compreender a fala dos kiwis – como são chamados os neozelandeses. Eu estudo na Embassy há aproximadamente um pouco mais de 1 ano e a empresa da qual trabalho me ofereceu um curso de Inglês. Fiz o teste e voltei ao início do nível avançado. As aulas acontecem de uma maneira muito dinâmica, com professores que permitem elevar o nível de conhecimento através da didática, com aulas online e usando plataformas de ensino mais abrangentes. Além disso, os professores possuem um bom nível de didática que me proporcionam ajustes de pronúncia do idioma, facilitando o aprendizado. O nível técnico das provas de leitura e escrita da Embassy é o mais desafiador que tive até hoje. Isso ajuda não somente no aprendizado do idioma como também na superação de objetivos.

Uma forma que adotei para sempre me manter em contato com o inglês foi sempre assistir  a filmes e prestar muita  atenção às pronúncias, reforçando vocabulários e expressões idiomáticas. Escutar música sempre me ajudou desde o nível básico e intermediário. Com o momento de pandemia, aproveitei a quarentena para dedicar mais tempo de estudos em casa, sempre buscando aprender.

Já tive oportunidade de fazer  viagens internacionais incríveis. Comecei na Nova Zelândia e Austrália em 2002 e logo após iniciei o Francês cursando o nível básico e intermediário. Morei por 1 ano na França entre 2004 e 2005 onde consegui estágio na indústria automotiva. Após me formar em Comércio Exterior fiz uma imersão de 3 meses no Canadá pela a empresa que me contratou e trabalhei por 3 anos no Brasil em estrutura de home office, viajando a negócios pela empresa. Trabalhei na China pela mesma empresa por um período de 6 meses, implementando um processo de controle de qualidade de produção e armazenagem de manufaturados visando sanar problemas de qualidade para atender clientes em larga escala. 

Uma experiência muito significativa para mim foi fazer uma apresentação e participar de treinamentos em Inglês quando estava na Nova Zelândia. Tive uma experiência muito desafiadora para me adaptar a um novo idioma e compreender conversas, temas e discussões. Iniciei num escritório de organização social acadêmica e voluntária, ainda aqui no Brasil, que com o suporte da Universidade, promoveu intercâmbio entre empresas da região e estudantes estrangeiros com nível básico ou avançado de conhecimento profissional. Essa troca permitia que empresas pudessem se internacionalizar, desenvolvendo relações comerciais com clientes e fornecedores de países próximos aos do estudante ou profissional contratado, e, com isso, combinar desenvolvimento de indivíduos e empresas privadas ou até mesmo do governo local.

Dentre os muitos sonhos que tenho, um deles já estou realizando, que é retornar para Manaus e estar próximo aos meus pais. Profissionalmente é desenvolver competências que agreguem valor às empresas, combinando carreira profissional e pessoal de forma empreendedora e útil ao mercado de trabalho. O trabalho social voluntário é uma das realizações que tive no início da minha carreira, mas se no futuro precisar ajudar as pessoas de qualquer outra forma estarei sempre me adaptando a novas realidades e oportunidades.

Das muitas coisas que me deixam muito feliz é se, ou quando, minha trajetória de vida inspirar alguém, ou quando familiares e novos amigos entendem a importância da educação e cultura na vida das pessoas. Isso só me motiva a seguir em frente com os meus objetivos e estar mais próximo à minha família e pessoas que convivem comigo no trabalho e na vida pessoal.

Acredito  muito que independente da trajetória profissional que cada um segue na vida, uma das coisas mais importantes e que contribui para o crescimento pessoal e profissional em nossa sociedade é dar às pessoas que estão ao teu redor, como amigos e familiares, a sensação de que têm valor. Uma das filosofias mais importante que aprendi no jiu-jitsu nos últimos 10 anos, independentemente das dificuldades e desafios de vida, é ter a plena convicção de que o mundo estará ao teu lado enquanto te mantiveres fiel ao que há de melhor em ti. E não menos importante é ser tão justo e entusiasta com respeito ao êxito dos outros como és com o teu próprio.” 

Por: Fernanda Souza

Ela passou na entrevista de inglês e conseguiu uma nova vaga de emprego.

“Eu tenho um sonho que é falar fluentemente o idioma “Inglês” e assim me tornar uma profissional especialista e completa na minha área de atuação e conseguir conquistar todos os meus objetivos profissionais e poder contribuir com minha alta performance na empresa a qual estiver inserida.”

Hoje nós resgatamos a história de Lidi Nascimento, (sim a Lidi, porque nós já somos bem íntimos desta profissional incrível).

Você já a  conhece de artigos anteriores e sabemos muito do  perfil dessa mulher guerreira que não para, e corre atrás dos sonhos e com certeza está no caminho certo para alcançar a fluência do inglês e nós the family embassy estamos com ela.

“Quando saí da última empresa em que estava trabalhando há 3 anos, a Rosneft, eu fui desligada por conta de que a mesma não tinha mais interesse em continuar com o projeto de exploração petróleo e gás na bacia do Rio Solimões no ano de 2021, porque ela vai voltar para a Rússia ( porque ela é uma empresa Rússia ), eu fui desligado da empresa no dia 2 de setembro de 202 e foi quando eu iniciei os meus processos seletivos para continuar com mesmo patamar e  no mesmo nível de pleno, porque  o meu sonho o que eu almejo para desenvolvimento e da minha carreira profissional é me tornar uma especialista de recursos humanos com a experiência e habilidades de lidar com todos os sistemas de recursos humanos, com inglês influente, essa é minha missão é onde eu almejo chegar. Então eu iniciei minha inscrição de processo seletivo em uma empresa chamada COMMOSCOPE, essa empresa faz Network, ela trabalha produzindo cabos de wireless, modem e etc., ou seja é uma empresa voltada para área de tecnologia. Em paralelo a essa entrevista, eu também fiz um processo para a empresa LG, para vaga de pleno.

Na LG foi muito interessante eu assisti um vídeo falando sobre as vagas que de repente você não acha interessante mas que necessitem do idioma inglês e no vídeo falavam sobre como  é importante você testar e treinar o idioma, então eu fui nesse naipe, nessa linha de testar meu inglês na entrevista foi a minha primeira entrevista usando o idioma que eu fiz utilizando o idioma. Consegui passar pelas três etapas mas eu não fui a pessoa selecionada. O qu eme foi  foi justificado foi perfil da vaga,  e por pretenção salarial, então eu fiquei no banco de dados, esse foi o feedback que eu recebi, porém não passei no processo seletivo para etapa final em paralelo a isso eu fiz ou outro processo na PST eletrônics, que a empresa que eu estou atuando hoje na vaga de analista pleno, a entrevista não foi completamente em inglês, foi em português em inglês, mas eu precisei me apresentar em inglês falar das minhas experiências, do meu histórico laboral. Para a COMMOSCOPE, empresa onde também passei no processo seletivo onde a vaga era para especialista de recursos humanos – UAU O MEU SONHO-  mas eu optei dar um passo atrás e escolhi a PST porque lá a vaga era para  analista pleno,e eu já conheço a empresa, já conheço os benefícios, já conheço as formas de lidar e é uma empresa americana então o idioma é o dos americano,  para mim na minha concepção o idioma é o nativo dos negócios e de comunicação mundial. Logo, para mim esse contato seria melhor do que com a COMMSCOPE, que é uma empresa de mexicanos e bolivianos onde o idioma deles nativo é o espanhol. Bom, eu fiz a entrevista com três gestores o gerente de RH que mora em São Paulo porque a sede da empresa é lá, e também com dois gerentes do México, mas tudo em inglês foi um desafio muito grande eu busquei ajuda e apoio da embassy, eu fiz 10 AULAS VIPS, para conseguir me destacar e conseguir responder as perguntas que eram feitas em inglês, então 

eu estudei muito, me preparei muito, e claro  tudo com ajuda da embassy, consegui  o resultado esperado, tanto que eu tenho duas propostas. 

Por: Fernanda Souza

 

Aluna Embassy, Ana Gabriela é empreendedora, artista e futura advogada.

Especificar nossos objetivos antes de procurar o caminho, deve ser sempre nossa prioridade. Os objetivos a serem alcançados devem sempre estar alinhados aos nosso valores, nossos princípios orientadores dos quais não queremos e jamais podemos nos afastar. O escritor norte-americano John Schaar diz: “ O futuro não é resultado de escolhas entre caminhos alternativos oferecidos pelo presente, e sim um lugar criado. Hoje Ana Gabriela Martins de Souza, uma das ganhadoras da bolsa de inglês no programa histórias de Sucesso da Embassy, vai nos contar seus sonhos, planos e objetivos para o futuro.

Meu interesse em aprender o inglês veio desde pequena, com o meu maior objetivo: estudar fora (alcançar o mundo através de meus estudos) eu venho estudando para ingressar em uma Universidade, pois meu plano de vida tem sido fazer Direito futuramente; além disso, quero aprender o inglês  na Embassy para que ele agregue em meu currículo, hoje em dia a grande verdade, é que  para ser contratado é necessário  se destacar, e o inglês me ajuda bastante, além de me trazer um novo conhecimento de mundo. Quero poder investir em mim quanto a tempo, e para isso, venho estudando bastante, meu desejo é ajudar minha família através dos meus estudos e um dia recompensá-los por todo o esforço que fazem em mim.

Minha mãe recentemente começou  uma lojinha de bolos, inauguramos a menos de  1 ano uma confeitaria e estamos nos estabilizando. Minha vida tem sido dedicar meu tempo para estudar na escola, no inglês e ajudar ela a fazer os bolos. Tem sido incrível aprender Inglês na Embassy, pois os mesmos me ajudam a entender e ter uma melhor visão de mundo e dos negócios, então procuro sempre ter um equilíbrio entre meus objetivos e afazeres, e melhorar sempre, estudando pro vestibular e ao mesmo tempo me dedicando no inglês.

Eu acredito que o  futuro não é um lugar para onde estamos indo, e sim um lugar que estamos concebendo. Os caminhos não são para ser descobertos e, sim, feitos. E a ação de fazê-los ocasiona mudanças tanto no fazedor  quanto no destino.”

Conheça Raquel Campos | Ela trabalha no setor de importação e realizou o sonho de falar inglês com fornecedores do USA.

O pensador William J. Johnson nos diz que: “A mudança mais significante na vida de uma pessoa é uma mudança de atitude. Atitudes corretas produzem ações corretas”. Portanto, a mudança de atitude pode mudar a história de qualquer pessoa, desde que esteja realmente disposta a mudá-la. Hoje nós vamos te contar a história de sucesso de alguém que está apenas começando sua jornada profissional, mas que tem se mostrado disposta a pagar o preço necessário para alcançar o sucesso.

Raquel de Lima  Campos, tem 22 anos, é estudante de contabilidade,  adora  passear, sair com os amigos, ver filmes e séries.Trabalha há 3 anos na fabrica  CITY PLASTIK . Ela nos contou que dedica tempo aos estudo da língua inglesa desde 2016 e até o momento, sua  maior dificuldade tem sido  o speak. 

No ano de 2020  Raquel entrou como bolsista na Embassy, através do programa  história de sucesso.

“ Estudar na Embassy tem colaborado em tudo, os exercícios, os challenge, cada projeto é desenvolvido para o real aprendizado da língua inglesa,  é uma escola diferenciada que faz uma imersão no idioma com cada aluno”.

Ciente de seus desafios e dificuldades, Campos conta que para se manter sempre em contato com a língua inglesa procura sempre  assistir um  EP. de série por dia  e ouve bastante música na língua inglesa sem o apoio de tradutor ou coisas que facilitariam a tradução para o português.

Em seu trabalho Raquel disse que a gerência sempre está em contato com fornecedores dos USA, e sempre quando tem reajuste de preços, são enviados para ela  os documentos para traduzir, e ela acredita que com o domínio da língua inglesa poderia fazer esse contato diretamente com eles, e auxiliar nos trâmites de importação. Raquel também no contou que sonha em ter uma  renda extra com o ensino da língua inglesa para crianças, e assim unir o útil ao agradável. 

 Campos nos contou que ainda não teve a oportunidade de fazer a tão sonhada viagem internacional, mas que a algum tempo já está se preparando para isso, e sua ultima conquista foi iniciar a faculdade de contabilidade custeada 100% pela empresa. 

“Que todos os dias tenhamos determinação para alcançar os nossos objetivos, pois se Deus coloca sonhos no nosso coração é porque temos capacidade de realizá-los.” Finaliza Raquel de Lima.

Rafaella Benchimol conta com saiu de Maués para conquistar seu espaço no mercado amazonense.

Meu nome é Rafaella Benchimol, tenho 21 anos de idade e nasci no interior do Estado do Amazonas, em uma cidade linda chamada Maués mais conhecida como Terra do Guaraná. Moro em Manaus praticamente minha vida inteira e sou apaixonada pela Amazônia, pela Natureza e pelas pessoas.

Sou finalista do curso de Administração da Universidade Federal do Amazonas e descobri na Faculdade um mundo fascinante, o mundo dos artigos. Adoro pesquisas acadêmicas científicas e tenho trabalhado com artigos há cerca de dois anos.

O tempo ainda é pouco, mas com esforço já consegui uma tão sonhada publicação internacional. Sou muito curiosa e toda oportunidade de aprendizado é sempre muito bem-vinda (risos). Estudar é uma das minhas atividades favoritas e invisto muito do meu tempo nos estudos.

Adoro estar ao ar livre, caminhar, praticar exercícios, gosto muito de fotografar e também aprecio demais viajar e estar sempre em contato com a natureza. Sobremesas são minha especialidade, principalmente àquelas com frutas e chocolate. Adoro cozinhar pratos diferentes nos fins de semana com a família e estou sempre inventando alguma coisa. 

Comecei a trabalhar na Coimpa Industrial Ltda há cerca de oito meses e tem sido uma experiência profissional sem igual na minha vida. Adoro comércio exterior e atuar no setor de logística internacional de uma empresa multinacional belga tem sido incrível. Aprendo coisas novas diariamente e gosto de me sentir desafiada, isso me motiva a sempre entregar o meu melhor. 

Minha trajetória com a língua inglesa se iniciou quando tinha 8 anos de idade. Meu pai foi meu grande incentivador nos estudos, e ainda é. Devo a ele muito do que sou profissional e academicamente hoje. Tive a oportunidade de fazer alguns cursos de inglês e foi ótimo ter esse contato com o idioma desde criança, tornou minha trajetória de aprendizado mais familiar e compreensível. Tornou tudo muito mais possível.

Durante alguns meses também pude estagiar em uma escolinha de idiomas auxiliando no ensino de inglês para crianças e foi muito legal. O inglês começou a se tornar um  pré-requisito na minha vida a partir do momento em que comecei minha vida profissional, todas as oportunidades que tive até o dia de hoje de fato foram aproveitadas pela minha experiência com a língua.


Estudo na Embassy há cerca de 4 meses e escolhi a escola por ser referência no ensino de inglês para negócios. Era exatamente a metodologia que eu precisava para tornar meu inglês o que de fato exige o mercado. A escola me foi muito recomendada, inclusive por colegas de trabalho e hoje sei exatamente a razão, o ensino da escola atende com excelência no presente às demandas dos profissionais do futuro. 

 Estudar na Embassy tem sido incrível, a escola é diferente de todas as outras. A cada aula me sinto muito mais motivada a descobrir mais sobre o idioma e tudo o que tenho aprendido na escola está impactando diretamente o meu dia-a-dia no trabalho. Hoje me sinto muito mais confiante e segura em me comunicar em inglês em qualquer situação no ambiente laboral. Minha rotina profissional se descomplicou quando tornei meu inglês adequado ao mercado estudando na escola. Ainda não tive oportunidade de fazer viagens internacionais, mas me sinto preparada quando a oportunidade surgir (risos).

Tive a oportunidade de realizar uma entrevista em inglês na empresa em que trabalho. O objetivo era compartilhar um pouco sobre minha experiência de integração e foi maravilhosa a conversa. As aulas de apresentação pessoal e profissional assim como o vocabulário rico que a escola enfatiza aos alunos fez toda diferença nessa hora.

Foi demais participar de uma “entrevista all in english”, nunca vou esquecer dessa experiência e me sinto ansiosa pelas próximas que virão. Sinto estar crescendo ainda mais profissionalmente após ter iniciado o curso na escola, minha qualificação profissional aumentou consideravelmente e o mercado aprecia muito profissionais que fazem ou já fizeram parte do time Embassy.

Acredito que todos nós temos sonhos pessoais e profissionais que nos motivam e desafiam diariamente a sermos mais, a sermos melhores como pessoas e para as pessoas. Aprender a língua inglesa sem dúvida é um daqueles sonhos possíveis e uma ferramenta importante para impactar positivamente a realidade das pessoas. 

CEO da Embassy, Ana Paula Petrosino fala sobre Prevenção ao câncer de mama

“Estamos no Outubro Rosa. E eu lembrei desse momento especial em que eu compartilhei em uma sala cheia de mulheres o momento em que eu recebi um diagnóstico confuso, que tirou meu chão por vários dias. Meu mundo caiu naquele mesmo instante. Busquei mais de uma opinião médica.”

Muito se fala de câncer de mama durante esse período, se trata de  uma campanha anual realizada mundialmente em outubro, intencionando  alertar a sociedade sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama. A mobilização, objetiva  à disseminação de dados preventivos e destaca  a importância de olhar com atenção para a saúde, além de lutar por direitos como o atendimento médico e o suporte emocional, garantindo um tratamento de qualidade.

 A doença é muito mais comum do que se imagina, segundo o INCA, afeta cerca de 60 mil mulheres por ano. Essa disfunção é causada pelo crescimento anormal de células na mama, e a desordem dessas,forma o tumor. Existem os mais diversos subtipos desse câncer que pode evoluir de formas variadas, alguns crescem lentamente, enquanto outros se desenvolvem rapidamente e isso se deve à característica próprias de cada tumor.

O diagnóstico precoce na mulher e sua força para lutar, faz toda diferença nessa causa. ⁣

“Todas as mulheres, independente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal.  E foi pensando, relembrando e compartilhando minha experiência dentro da  Embassy que percebi a necessidade real  de não estar apenas engajada em um movimento passageiro, aqui na minha escola literalmente vestimos rosa. Nosso interesse é genuíno com a sua saúde.

E no final daquela jornada recebi uma resposta nova e positiva. Que mudou meus hábitos e me deu mais vida.” 

 E se você que está lendo essa história e chegou até aqui, eu pergunto: você tem se cuidado? Tem olhado pra você? Se, de repente , você foi diagnosticada com câncer de mama, estar em tratamento ou tem suspeitas, quero te dizer que é muito importante que confie e acredite em você mesma, esse deve ser o seu trunfo. Muna- se  de fé e esperança e lute com todas as suas forças pela superação. Com muita garra e determinação tudo se consegue.

Nesse 𝐏𝐢𝐧𝐤 𝐎𝐜𝐭𝐨𝐛𝐞𝐫, meu time vestirá rosa, nas quarta-feiras principalmente (risos), em alusão a prevenção e as mulheres guerreiras que passam por esse momento de caos e saem ainda mais fortes. ⁣

Foque seu pensamento em coisas positivas e esqueça as ruins. Bloqueie todo pensamento negativo. A superação começa na nossa mente!

Texto: Fernanda Souza

ATENÇÃO SE VOCÊ NÃO GOSTA DE STAR WARS NÃO LEIA ESSA HISTÓRIA.

Layane Farias Rubin, ama de paixão Star Wars, trabalha na Embasssy há 7 anos, ama a família, os cachorros, ler  e adora estar com os amigos e também  sua própria companhia . Gosta de viajar, mas de preferência de carro porque morre de medo de avião. Gostos musicais? Eclético, ouve de tudo do rock roll ao forró. Atualmente na Embassy é responsável pelo recrutamento,treinamento, e desenvolvimento dos professores da escola.

Estudou por 11 anos em colégio militar, e ainda quando criança mudou muito de profissão. Isso mesmo que você leu (risos), em nossa conversa ela nos contou que desde criança adorava conhecer coisas, descobrir novas possibilidades e trabalhar da maneira mais criativa possível. “ainda quando criança eu quis ser médica, enfermeira bióloga, bibliotecária eu mudei muito de profissão quando mais nova porque eu realmente não sabia o que queria ser, assim que me formei no ensino médio eu viajei pro rio e passei mais de 3 meses lá e eu não queria voltar porque não queria encarar minha realidade e voltar a estudar, mas em conversa com meus pais,( a gente tem uma relação muito aberta)  então eles me falaram pra decidir o que queria fazer e me indicaram a cursar administração e já perto de concluir o curso recebi uma ligação da Embassy pra participar do processo seletivo, fui aprovada e passei a ter aulas assistidas, amei a experiência e decidi que era isso que queria fazer, apesar de meus pais não quererem muito porque queriam que eu seguisse carreira na administração. Mas foi isso, eu me apaixonei em dar aula, pela liberdade de poder ensinar do meu jeito e dar forma a toda criatividade que aflora na minha cabeça.

O momento que me transformou na profissional que eu sou hoje foi um conselho que recebi da nossa CEO, logo após a minha segunda aula eu passei em frente a sala dela (naquela época pra ir para a sala dos professores a gente só tinha um corredor pra ter acesso a sala) e ela estava de cabeça baixa mexendo no celular e me disse -sua aula é maravilhosa, faça seus alunos se movimentarem mais. Desde então sempre que eu to preparando aulas eu penso -faça seus alunos se movimentarem mais. “Na Embassy a oportunidade de desenvolvimento que eu recebo é crucial, que bom seria se outras escolas tivessem esse tipo de visão, de investir na carreira e desenvolvimento dos colaboradores. Hoje dentro da escola eu participo de várias frentes e  atividade que me deixam muito satisfeita com meu trabalho, o professor na Embassy pode dar aula na lua (risos) que as aulas serão do mesmo jeito sabe, dinâmicas, alegres,divertidas e claro muito  didáticas.”

a Professora Layane é uma pessoa muito curiosa, e estar sempre buscando novas formas e estratégias de deixar as aulas personalizadas para atender as necessidades reais de seus alunos, é muito comum ouvirmos pelos corredores das escola os colegas e até alunos que nunca tiveram aulas com ela elogiando a sua personalidade e inteligência. Lay adora conhecer culturas novas e sonha em conhecer o Japão, Nova zelândia, Índia e Turquia. “eu sou do mundo, então se eu tivesse que falar se eu tenho influência de alguma cultura é o que eu vou dizer ( risos), eu sou do mundo, eu adoro conhecer lugares e culturas novas.”

Uma mensagem que eu deixo aqui pra todo mundo que ler minha história é Try, try and Try (risos), mas é isso tente, tente, e tente. Não tenha medo de mudanças sabe,… inglês é você colocar em prática tudo o que você aprende na teoria, é tentar e tentar.

Tudo bem a gente ficar confuso, tudo bem a gente ter pessoas nos ajudando, porque não sabemos tudo e temo um mundo de possibilidades bem a nossa frente.

Ela começou a estudar aos 11 anos, viajou por mais de 15 países e morou 2 anos na Alemanha.

Amante da natureza, crossfiteira declarada, apaixonada pelo pôr do sol,adora ler e viajar. Um dos hobbies favoritos é degustar cervejas, tanto que está investido no hobby para se tornar Sommelier.

Dariane de Souza Aguiar, é uma das integrantes do time de  professores especialistas da  Embassy. Já viajou por mais de 15 países ao redor do mundo e morou por 2 anos na Alemanha como bolsista do programa Ciências sem Fronteiras. Chegou por lá em 2014, logo após a copa do mundo. Morou em cidades como Marburg,Ilmenau e Mannheim.

“A minha viagem favorita foi para Islândia, a gente deu a volta no país de carro, fazia muito frio congelava-mos (risos), vimos a aurora boreal até cansar. Um dos meus países favoritos foi a Croácia – nossa que país fantástico, com muita praia o verão lá é uma delícia. Amei conhecer Londres, Espanha, Bélgica, Viena (esse cidade  é maravilhosa), estive duas vezes na República Checa.”

  • Primeira vez que vi neve. Dezembro, 2014.

Começou a trabalhar na escola em 2017, logo após voltar para o Brasil  do intercâmbio que estava fazendo.

“Quando eu entrei na Embassy eu estava estudando engenharia, eu parei o curso só pra me dedicar a profissão, logo no começo eu tinha medo de  dizer q tinha desistido do curso sabe?  Mas após ter trabalhado isso, comecei a encarar minha escolha como certa, porque dar aulas era o que eu amava e amo fazer. Já fazem 10 anos que estou dando aulas e todo dia eu aprendo algo novo, sempre comento com alguns dos meus alunos que muitas vezes aprendo mais do que ensino.

Dari começou a estudar a língua inglesa aos 11 anos de idade, “meus pais eram bastante rígidos como a minha educação  (risos) 10 era minha obrigação e 9,5 nota baixa. Então eu tirei uma nota ruim na matéria de língua inglesa, foi aí que meus pais pegaram pesado para que eu estudasse mais e melhor a língua. Desde então não parei mais de estudar.”

Dentro da Embassy Dariane, nos conta que tem muitas oportunidades de crescimento, pois pode participar e desenvolver  projeto acadêmicos. “foi enxergado um potencial em mim para desenvolver e aplicar projetos, eu fui escolhida para participar do Blended e eu toco esse projeto dentro da escola. Eu sou muito curiosa e gosto de aprender, então eu acredito que meu desenvolvimento como pessoa colabora muito para que eu receba reconhecimento de pessoas de perto e até de  quem eu nunca dei aula. Dariane falou que os treinamentos e acompanhamento que recebe como professora dentro da escola tem contribuído muito para que a didática de suas aulas melhoram e isso é muito vantajoso não só para ela, mas principalmente para seus alunos que recebem aulas bem acima da média do que se oferece em outras escolas e instituições de ensino da língua inglesa.

“Eu estou sempre falando em inglês com os alunos e com os professores, então essa é umas das formas que eu tenho para me manter em contato com a língua. Outra forma é que eu sempre assisto séries ou filmes pelo menos 20 minutos por dia e também ouço bastante música  em inglês. E por ter morado fora bastante tempo eu sempre falo com amigos pra manter o vocabulário e a amizade né (risos).” Atualmente meu desafio com a língua, é tirar o certificado C2, que é o certificado de proficiência de línguas  e o mais alto das certificações. 

“Tudo é processo, houveram coisas no passado que não faziam muito sentido quando eu tava vivendo, mas hoje eu entendo que eu precisava passar aquele momento para estar onde eu estou hoje, então quando a gente aprende a viver os processos, isso é sensacional.”