Leonardo Rangel tem a missão de empreender e expandir através do idioma.

Leonardo Rangel é Diretor Geral da AlfaPrint em Manaus

De acordo com Kirzner (1979), o empreendedor é aquele que se encontra sempre em estado de alerta, para descobrir e explorar novas oportunidades. Esta capacidade de estar alerta constituir-se-ia a indispensável característica de tais indivíduos. Eles, sempre são  os primeiros a identificar oportunidades lucrativas de negócios.

Leonardo Rangel Lopes, sabe muito bem disso por que vem de uma família de empreendedores criativos e visionários. Em 2006, sua família se uniu para abrir uma empresa de solução em etiquetas e rótulos em impressão, a Alfaprint Derpac.

A empresa paranaense com sede em Curitiba, tem por missão expandir no Brasil.A família resolveu  expandir a atuação do empreendimento para  âmbito nacional em 2017. Para cumprir essa missão, Leonardo tem buscado a alta tecnologia para aquisição os melhores equipamentos e estudaram locais para iniciar essa expansão, o Norte foi um das primeiras regiões a serem escolhidos. Decidiram então abrir uma unidade em Manaus. Rangel,  foi o encarregado das operações na “paris dos trópicos”.

Leonardo coleciona inúmeras experiências de viagens, tem passagem por Peru, Chile, Argentina, Portugal, Barcelona, Itália, Paris, Londres, Canadá, Toronto e New York. Mas diante do crescimento, ele então veio para Manaus, realizar esse plano de expansão e se tornou o Diretor Geral da Unidade. Está em Manaus a 5 anos, depois de passar 1 ano e meio na Irlanda.

Foi em Manaus que o Leonardo encontrou a Embassy com o propósito de ampliar ainda mais suas conexões “vi no estudo da língua  inglesa novas oportunidades de networking e negócios. Na verdade para mim é extremamente prazeroso. A possibilidade de conseguir me comunicar com pessoas do mundo inteiro é algo que me instiga a buscar o conhecimento, além é claro de todas as possibilidades profissionais e pessoais que conhecimento da língua podem proporcionar.”

Mas nem tudo são flores, mesmo sendo uma empresa familiar ele passou por todos os setores da empresa, de vendedor a comprador. Rangel conta que ao chegar em Manaus encontrou toda uma rotina de Leis da Zona Franca diferente, incentivo da Suframa, logística de materiais, desenvolvimento de fornecedores, ” Na época era muito difícil, a logística de Manaus é bem diferente de Curitiba e São Paulo. Hoje eu vejo o potencial enorme que a região tem”.

A maioria dos clientes da Alfaprint em Manaus são multinacionais localizados no Polo Industrial e  eventualmente passam por processos de homologação ou auditoria com estrangeiros. Rangel diz  que sem dúvida não seria possível realizar esses processos sem o conhecimento da língua inglesa. “Acredito que todo esforço realizado seja no aprendizado do idioma ou esforço profissional em si são amplamente recompensados, com a responsabilidade que me foi dada de coordenar 100% a unidade em Manaus, sinto-me reconhecido e valorizado”.

Leonardo recebe muitos diretores de fora do país, que são os principais players do negócio dele, além a manutenção da empresa e o giro depende do idioma. Ele estuda na  Embassy a 6 meses, e conta que escolheu a escola  devido a ótima localização e também  a sua boa estrutura. “ Na escola tenho ótimas oportunidades de praticar continuamente os aprendizados que conquistei, e ter a possibilidade de aprender coisas novas.”

Leonardo, finaliza deixando uma mensagem pra quem chegou até o fim dessa história de sucesso incrível.  “Acredite sempre que você é capaz de realizar grandes feitos, com um passo de cada vez e paciência é possível ir longe.”

Texto: Fernanda Souza

Saiba como Alice de Arruda conquistou uma bolsa de estudos em uma universidade de Ohio

“Só através da conexão com as outras pessoas que temos a maior chance de ter novas ideias e criar algo inovador e isso se potencializa quando podemos nos comunicar com pessoas de outras culturas e países. Assim, o inglês é uma necessidade do profissional moderno, que precisa se reinventar e criar a todo momento.”

Alice de Arruda Barbosa começou  a estudar inglês na escola como matéria obrigatória, porém com 11 anos seus  pais a  matricularam em um curso específico da língua, pois entendiam a importância da língua para seu  futuro. Alguns  anos depois ela acabou desistindo, pois  na época não achava o curso dinâmico e não entendia a importância. Com 14 anos voltou  a estudar e desde então não parou  mais, após 7 anos de estudos se formou. Depois de formada  passou  um longo período sem utilizar a língua, tendo assim que se  esforçar para relembrar o que havia aprendido, ouvindo músicas, vendo filmes e lendo livros. 

Anos mais tarde, quando começou  a trabalhar na Musashi teve  que usar o inglês diariamente, “ no começo foi um desafio adaptar meu inglês coloquial ao business, mas com a prática e exposição a língua constantemente consegui fazer esse aperfeiçoamento.”

Sua trajetória  na Musashi, começou quando foi indicada por um amigo para uma vaga em aberto na empresa no setor de Governança Corporativa (Auditoria Interna), a vaga estava há algum tempo sem ser preenchida pois um dos requisitos obrigatórios era o Inglês, assim seu colega sabendo de sua qualificação fez a indicação. Alice foi selecionada para vaga em Maio de 2011, e desde a entrevista foi explicado que o contato com empresas do grupo situadas em outros países seria uma prática constante, tanto via e-mails como reuniões e vídeo conferências, pois a empresa é multinacional com sua sede no Japão. Ela nos contou que graças a esse contato constante, conseguiu aprimorar e moldar seu inglês para business com uma linguagem mais sofisticada, pois antes era voltado para atividades cotidianas e/ou específicas de sua  área ( contabilidade/auditoria). 

Ao longo dos anos, Alice de Arruda teve  várias oportunidades na empresa devido ao idioma, sendo a mais recente em 2018/2019 quando foi indicada pelo CFO das Américas para coordenar regionalmente um grande projeto de atualização do sistema interno da empresa juntamente com a Musashi Canadá. Devido ao projeto participou constantemente de reuniões com os colaboradores do Canadá pessoalmente e via vídeo conferências; também por e-mails e traduções para os colegas de outras áreas que não tinham o domínio da língua,possibilitando que ela  conhecesse  ainda mais do sistema e dos processos de outras áreas. Além disso, teve a oportunidade de visitar a empresa no Canadá, Alice disse que foi  uma experiência ímpar que lhe  trouxe grandes insights, network, treino do inglês e muito conhecimento. 

Por trabalhar em um multinacional, é constante o contato de Barbosa com colaboradores das empresas de outros países através de vídeo conferências, e-mails e periodicamente reuniões presenciais. Como de praxe, inicialmente Alice  ao  participar dessas reuniões ficava nervosa e preocupada, pois não tinha confiança se conseguiria entender perfeitamente cada palavra e se conseguiria passar a mensagem certa. Com passar do tempo e prática passou  a entender e se comunicar melhor, ficando mais confiante, relata ela. 

Em 2019, ela se inscreveu para concorrer a uma bolsa de estudos através do LAIOB para um curso de Corporate Finance na Universidade de Ohio, recebeu a bolsa e teve a grande chance de estudar em uma conceituada universidade americana e conhecer vários hubs de inovação em Columbus-Ohio, sendo o curso todo ministrado em inglês. “Essa experiência me trouxe uma nova perspectiva pessoal e profissional, algo que não conseguiria se não soubesse a língua.” 

Em Janeiro de 2020, Alice procurou a Embassy para fazer um preparatório para as provas de proficiência do IELTS, pois concorreria  a uma bolsa de estudos no reino unido. Foi aceita nas duas universidades no Reino Unido e agora tá só esperando o resultado da bolsa para ingressar.

Devido ao inglês e as oportunidades que teve para utilizá-lo em projetos, passou  a ganhar maior visibilidade e respeito dos colegas de trabalhos e gestores, sendo convidada para participar de novos projetos e iniciativas das outras empresas estrangeiras. ALice diz que , todas as experiências e projetos que participou e ainda participa foram determinantes para sua  evolução de profissional Júnior a Sênior e também para visibilidade na empresa, para convites em novas iniciativas no Brasil e em outros países, muito disso graças ao Inglês. 

“Na minha trajetória grande parte das oportunidades e experiências que me fizeram crescer como profissional, mudaram meu mindset e possibilitaram grandes insights foram através do inglês, assim aconselho a todo profissional que ainda não domina o idioma a se esforçar e buscar esse aprendizado.”