Conheça Lidiene Nascimento: ela descobriu na Embassy como pode ser fluente sem ter que estudar pra sempre.

Lidiene Nascimento é aluna Embassy do nível intermediário, B4B, que após concluir sua graduação em 2014 como Bacharel em Administração decidiu ingressar em uma MBA em Gestão de Recursos Humanos e acabou se apaixonando.

Seu primeiro emprego foi como montadora em 2002 na Siemens Eletroeletrônica, onde trabalhou por 10 anos. Empresa aonde ela atribui grande parte do seu desenvolvimento profissional. Lá ela passou por vários setores, de montador até assistente de RH.

Em maio de 2012 foi para a PST Eletronics como Analista de RH Jr. seu novo desafio era trabalhar no subsistema de Administração de Pessoal, “aprendi sobre leis trabalhistas e consegui ser mais técnica e analítica”.

Em outubro de 2017, iniciou na Rosneft Brasil, atuando como Analista de Recursos responsável por todos os subsistemas de RH de forma generalista.

Ela só não imaginava o desafio que viria junto com esse “pacote”. Ao contrário das outras empresas, o seu novo job exigia um inglês fluente ou pelo menos que soubesse se comunicar razoavelmente. Em todas as suas experiências anteriores, não tinham lhe exigido até então  a utilização de um outro idioma como parte de sua  performance profissional.

Na nova empresa Lidiene tem a oportunidade de ter contato com documentos de políticas e procedimentos da empresa, falar com colaboradores expatriados que são os estrangeiros, trocar mensagens via e-mails e participar de reuniões, palestras e até assistir vídeos corporativos, tudo isso em inglês.

Mas Lidiene já vinha tendo essa necessidade há 7 anos atrás, iniciando uma trajetória com o desenvolvimento do idioma em 2010,sentia dificuldade em acompanhar a turma “eu desistia, somando todo o período sem contar com as pausas, acredito que uns cinco anos que vinha tentando desenvolver o idioma, estudei em várias instituições como: Euro Idiomas, IEL , Aliance até chegar aqui na Embassy em 2018.

Com metodologia totalmente diferente, seu maior desafio enquanto estudante na Embassy, foi conseguir apresentar a cada semestre o PD (Project Development).

Lidi conta queno início sentia muita vergonha, depois fui melhorando com as orientações dos professores e neste semestre consegui a nota máxima, para mim um orgulho, sensação de dever cumprido, pois sinto que posso sair da caixinha que havia me colocado de ser um eterno estudante”.

Por que Lidiene escolheu a Embassy?

Eu estou na Embassy há 2 anos e escolhi está instituição pela metodologia, qualidade do ensino e garantia inclusive em contrato que ao término do curso, eu teria o mínimo exigido pelo mercado de trabalho e claro alinhado com meu comprometimento no aprendizado.

A instituição vem colaborando com meu desenvolvimento, quando aplica atividades em sala de aula simulando reuniões, debates, feedbacks ao término de cada módulo e indicações de aplicativos, vídeos e leituras como atividades extra classe.

Durante este período de desenvolvimento do idioma já obtive oportunidades de participar de três entrevistas de emprego e fiquei muito feliz de conseguir entender e responder as perguntas que me foram propostas, já participei de reuniões somente como ouvinte, a experiência foi ótima, pois consegui entender como posso utilizar as expressões de início da reunião, as interrupções e as delegações das atividades.

Eu tenho um sonho que é falar fluentemente o idioma “Inglês” e assim me tornar um profissional especialista e completo na minha área de atuação e conseguir conquistar todos os meus objetivos profissionais e poder contribuir com minha alta performance na empresa a qual estiver inserida. Meu objetivo é daqui a 5 anos viajar para fora do país.

O que mais me motivou a não desistir foi sempre a determinação, não é fácil aprender um novo idioma, mas se alinhado com o ensino de alta qualidade e dedicação você consegui e posso garantir que estou conseguindo.

I usually say myself I won’t give up!

Embassy lança o JIL:Joint Interactive Learning

Novo híbrido capaz de unir online e presencial no mesmo espaço.

 A atual sociedade é regularmente  inflamada  pela necessidade de mudar o papel do professor e formar alunos críticos e não meros reprodutores de termos e conceitos. Os profissionais da educação vivem constantemente intrigados com a questão de “como inovar no modelo tradicional de ensino e transformar os alunos em protagonistas do próprio aprendizado?”.

Cada vez mais, a sala de aula precisa se adaptar a rotinas ligadas à tecnologia, no entanto estão enganados os que pensam que basta colocar computadores na escola e deixar os estudantes ali sem qualquer orientação. A integração da educação a tecnologia que se faz presente em tantos aspectos da vida dos estudantes, misturando ensino presencial com o ensino online, é uma das maiores tendências da educação do século 21.

A Embassy lançou o que nomeamos de novo híbrido ou JIL (Joint Interactive Learning): é a  experiência que  promove e  une  o ensino presencial e o ensino online, em tempo real ao vivo. O professor em sala de aula com alunos presenciais e ao mesmo tempo com alunos em qualquer lugar do mundo.

O aluno que estiver no trabalho, de férias, em viagem ou por qualquer outro motivo não conseguir ir para aula, poderá assistir de onde estiver sem perder o conteúdo ou ter problemas com assiduidade.

O ensino híbrido envolve a utilização das tecnologias com foco na personalização das ações de ensino e de aprendizagem, apresentando aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar. Além disso, essa abordagem apresenta práticas que integram o ambiente online e presencial, buscando que os alunos aprendam mais e melhor. O ensino híbrido abre o horizonte  para novas possibilidade de personalização, tendo a tecnologia como aliada.

Alunos Embassy em aula JIL -Joint Interactive Learning
Alunos Embassy em aula JIL –Joint Interactive Learning

RETORNO PÓS-PANDEMIA

A Embassy, tem buscado novas metodologias de ensino-aprendizagem  para proporcionar ao seus alunos ambientes reais de atividades em empresas, como por exemplo reuniões executivas, visita de VPs ou CEOs nas empresas, calls internacionais, troca de  e-mails corporativos e etc.

Implantando condições adequadas e efetivas de apoio pedagógico e técnico que contribui  para que o  professor pense, discuta e avance no seu processo de ensino e aprendizagem. Infundindo nos discentes as suas responsabilidades no processo de ensino e de aprendizagem.

Em tempos de isolamento social, a Embassy viu a oportunidade perfeita para  de maneira mais efetiva utilizar os métodos de ensino- aprendizado híbrido. De acordo com a Coordenadora Acadêmica, Lediany Rodrigues, a princípio houveram dúvidas quanto ao início das aulas híbridas, pois os questionamentos eram muitos em relação aos equipamentos necessários e como evitar a queda na qualidade de ensino desse aluno.

Ledyane conta que “ faltando apenas 3 dias para voltarmos com as aulas presenciais, um cliente sinalizou que teriam que permanecer com os alunos em aulas online. Nós buscamos uma possibilidade de ajustar o nosso modo operante de maneira que não deixasse aqueles alunos perderem o semestre já que tudo voltaria a ser presencial. Foi aí, que tivemos a ideia de misturar as aulas no modo híbrido somente para esses alunos e presencial para todo o resto”.

ESTRUTURAÇÃO

  1. Em uma semana conversamos com algumas turmas e  testamos ferramentas e tecnologias, a professora Layane Rubin foi quem encabeçou a saga  para buscar melhorias para o novo método que estávamos testando.
  2. Na segunda semana começamos a treinar outros professores para que pudessem fazer uso das ferramentas e tecnologias para a transmissão de aulas ao vivo , juntando turmas presenciais e virtuais.
  3. Na terceira semana começamos a aplicar o nosso novo método híbrido nas demais turmas.
Professores testando o novo método JIL –Joint Interactive Learning da Embassy

CALIBRAGEM

O processo para testar todas as opções foram feitos em média  de 3 semanas ao todo. A professora Layane relembra que “foram tomadas algumas ações necessárias para que conseguíssemos entrar numa harmonia  em sala de aula tendo em vista que o professor  precisaria atender “duas turmas ao mesmo tempo” .

Calibragem do novo método JIL –Joint Interactive Learning da Embassy

Houveram situações que o aluno não conseguia ouvir o professor, outras vezes os alunos da sala de aula presencial não conseguia ouvir o colega que estava online. Para solucionar, os equipamentos foram trocados e novamente feito testagem de novas tecnologias. Mais uma vez, várias situações aconteceram e cada professor lidou com o processo de forma diferente , e isso não significou para o corpo docente que o método não era adaptável muito pelo contrário, eles encararam como um desafio de DESENVOLVIMENTO, um dos valores do nosso CULTURE CODE.

DESAFIOS NO BRASIL

O ensino híbrido possibilita  aos alunos aprendizagens mais dinâmicas e fascinantes. Como desafio, encontram-se a exigência de uma postura proativa do corpo discente, a necessidade de uma formação docente que o qualifique para o uso dos elementos pedagógicos e tecnológicos básicos da modalidade a distância, a necessidade de mudança na atuação pedagógica dos processos de ensino e de aprendizagem impede de haja avanços com a utilização deste método de ensino.

De acordo com o  Censo EAD.Br 2015, realizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), a EaD está presente em todo o país, nas capitais e nas regiões interioranas, bem como em instituições de todas as regiões e estados do Brasil. Observa-se a concentração de 42% de instituições com sede no Sudeste; com destaque para São Paulo, com 22%. Os cursos são oferecidos em todos os níveis e áreas de conhecimento, sendo 1.079 para cursos de extensão e áreas de Ciências Sociais Aplicadas, com 608 ofertas de cursos regulamentados totalmente a distância. Entre os semipresenciais, a preferência é pelas Ciências Humanas, com 1.389 ofertas registradas (ABED, 2016).

NASCIMENTO DO NOVO HÍBRIDO

Esse dados nos trazem informações de aulas propriamente EAD e é relevante para entendermos como Brasil se comporta em relação a esses métodos, porém o que está sendo testado na Escola de idiomas Embassy é algo novo, a preparação das aulas se dá de maneiras bem mais robustas para que a interação entre os alunos que estão  presencial e os que estão online seja absoluta. De acordo com Ledyane Rodrigues, tem uma pesquisa de satisfação para ver o que os alunos estão achando dos novos métodos e assim aperfeiçoar ainda mais o programa.  

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A professora Layane Rubin, diz que tem recebido feedbacks positivos de seus alunos e acredita que essa é uma nova tendência do futuro. “Os alunos que muitas vezes não podem estar presencialmente nas aulas tem a possibilidade de assisti-la totalmente online e ao vivo e interagir com o professor e os demais colegas da sala de aula”.

Para Ana Paula Petrosino, CEO do Grupo Embassy, a escola está caminhando para execução de um estudo muito sólido de andragogia, que é desenvolver no aluno adulto sua total autonomia. “ a Embassy já vem vivendo esse momento a muitos anos, nossa bagagem técnica sempre mostrou que o aluno não é genérico e o ensino do nosso professor em sala, também não”.

Ana Paula Petrosino, CEO do Grupo Embassy, acompanhando a estruturação

Os novos métodos utilizado pela Embassy estimula mais ainda o seu aluno  a pensar criticamente, a trabalhar em grupo e  ver mais sentido no conteúdo.  Oportunizando o discente e o incentivando a tomar  a posição de protagonista visando que ele tenha mais  chances de aprender da maneira que melhor funciona para ele.

O  professor então, ganha um papel mais próximo ao de um mentor/orientador  que guia esse processo de procura  pelo conhecimento e, com a diminuição da carga de aulas expositivas, ele tem mais tempo para dar atenção personalizada às necessidades dos estudantes e acompanhar de maneira mais próxima evolução deles.

A CEO, Ana Paula Petrosino finaliza com orgulho do projeto parabenizando todos os colaboradores envolvidos, agradecendo pelo tempo dedicado dos professores, especialistas e coordenadores. ” A Embassy tem por objetivo ofertar cada vez mais novas experiências e abordagens dentro de sala. Tendo por princípio um olhar para  o aprendiz, com sua própria visão do processo de aprendizagem” enfatiza com grandes expectativas.

Texto: Fernanda Souza