A Garota que foi reconhecida por sua Pesquisa Star Wars (em inglês) para Biologia

Yara Laiz vive de Cultura Geek, se auto-declara “super nerd”. Ela é estudante de Biologia na UEA e fã de Star Wars. Tem uma pesquisa inovadora sobre o “Uso do Star Wars para o ensino de Biologia”. Cinéfila, ela curte tudo que tem a ver com HQs, filmes e ciência. É professora em um preparatório e desenvolve um trabalho importante em uma StartUp  que criou um programa educacional com o objetivo de fornecer aos clientes vídeo-aulas.

Yara conta que quando jovem não tinha muitos recursos para o estudo, decidiu estudar sozinha em casa, ouvia muita música em inglês e tinha acesso a livros de histórias que a mãe comprava. 

“Estou na Embassy desde 2019, escolhi o lugar por conta da metodologia, ouvia as pessoas falarem muito bem sobre a escola”.  Meu principal objetivo era ler artigos e acompanhar as aulas com partes técnicas, “ a Embassy me deixou motivada para aprender essa parte técnica do inglês, vi uma esperança naquele momento de escolha. Hoje eu consigo ler textos inteiros em inglês da minha área na parte biológica e de educação sem usar tradutor”. Ela declara ainda que “ isso é uma realização pessoal muito grande, fico muito feliz com os meus resultados”. 

Ela reforça dizendo que nas horas vagas continua ouvindo muita música, presta atenção nas palavras, pega a letra tenta aprender. Passei a ler as séries legendadas e vou dando passos ainda em direção a compreensão completa. Leio algumas HQs em inglês, quem gosta de ler pode buscar ler jornais e textos em inglês. 

Yara lembra de um momento onde o PD, que a Embassy desenvolve em sala de aula, foram fundamentais para que ela participasse de reuniões importante onde poucas pessoas falavam inglês e ela , era uma delas. “Eu entendi tudo que foi apresentado na reunião.”

Ela conta que seu crescimento profissional está muito interessante, por que dentro da StartUp que atua, tem possibilidades para negociações internacionais mais abrangentes. ”Recebi um  grande reconhecimento sobre minha Pesquisa de Star Wars, isso também se deve ao inglês porque assisti todos os filmes com diálogo original e adquiri um conhecimento diferenciado para a pesquisa existir”. 

Yara reforça um conselho para quem deseja ingressar nessa jornada do conhecimento: “Meu conselho é faça uma viagem no seu interior e desperte seus sonhos mais profundos. Resgate isso!” 

Sergiane & INFRAERO: Uma paixão além das fronteiras.

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Nossa aluna Sergiane Costa da Silva Mar conta como foi sua experiência com o inglês na Embassy e como o ensino vem mudando sua vida e carreira.

Meu primeiro contato com o inglês foi na minha adolescência através da música. Desde então não parei mais! Logo, senti a necessidade de usar o interesse no idioma ao meu favor e me matriculei no meu primeiro curso de inglês quando ainda estava na faculdade.

Infelizmente não consegui conciliar as duas coisas e tive que priorizar minha formação superior. Depois estudei em outras escolas de idiomas, porém não consegui concluir por mudar muito de cidades. Tentei também estudar por um período em uma instituição que oferecia aulas EAD, mas não me adaptei ao método.

Atualmente trabalho como Analista Superior na INFRAERO  e  Minha trajetória na empresa  começou com o programa de estágio onde tive contato direto e me encantei com o universo aeroportuário.

Finalizado o período de 02 anos no estágio, prestei concurso público para a INFRAERO e após quase 03 anos fui convocada para assumir minha vaga. Nunca esquecerei aquele dia, foi bem marcante retornar a trabalhar na INFRAERO, agora como empregada, e bem no dia internacional das mulheres.

Tenho o sentimento de profunda gratidão pela minha empresa, que me proporcionou a possibilidade de atuar em outras áreas e Aeroportos de outros estados como Palmas/TO e Vitória/ES. 

Em minha trajetória de vida  tive a grata oportunidade de viajar para alguns destinos internacionais como: Miami, Orlando e Clearwater na Flórida, Las Vegas em Nevada e Phoenix, Tucson, Flagstaff, Sedona e Grand Canyon no Arizona. Foram experiências maravilhosas, onde tive a oportunidade de praticar parte do meu conhecimento no inglês para me expressar em situações na entrevista para admissão no país, hotéis, restaurantes e pontos turísticos. 

No âmbito profissional tive a oportunidade de participar de uma reunião com alguns membros americanos, onde pude assessorar meu gestor com algumas traduções para agilizar o atendimento de situações referentes a nossa área. Por duas vezes já atendi telefonemas internacionais onde consegui orientar o cliente e direcionar ao setor competente.

Ter domínio da língua inglesa, foi essencial para que eu pudesse desenvolver os diálogos necessários quando se fez oportuno, e sou grata a escola de inglês para adultos Embassy, onde estudo há pouco mais de 01 ano. Lembro que logo quando retornei a Manaus, vim com a ideia fixa de voltar a estudar inglês.

A Embassy foi uma das minhas primeiras opções e logo se tornou a minha escolha por ter uma estrutura organizada e aconchegante, ótimos materiais didáticos e método de ensino, professores altamente qualificados e funcionários bastante atenciosos e prestativos. A Embassy possui um grande diferencial no método de ensino e de avaliação dos seus alunos. Me sinto desafiada a entregar o meu melhor no idioma e isso me faz evoluir naturalmente.

Um dos primeiros métodos que me chamou muito atenção foi o PD – Project Development. É muito satisfatório poder apresentar, de uma forma bem diferente, um tema da sua escolha utilizando o seu aprendizado no idioma. Outro método bastante interessante são as Surprise Classes, onde os alunos de todos os níveis podem interagir desenvolvendo o tema proposto.

Busco ser referência em qualidade nos atendimentos prestados aos clientes. Para mim é muito satisfatório ver o meu trabalho tendo reflexo positivo na vida de alguém. Este é o melhor reconhecimento, além de fortalecer a imagem da minha empresa.

Para finalizar eu quero incentivar você que leu minha história, procure dar o seu melhor em tudo o que se proponha a fazer, seja na vida pessoal ou profissional. Cuide da sua saúde física, mental e emocional. Fortaleça sua fé todos os dias. E nunca desista dos seus sonhos, mas também não esqueça: para que você possa alcançá-los, é necessário construir uma base que lhe dê o impulso e o suporte necessário para vivê-los da melhor forma possível.

Leonardo Rangel tem a missão de empreender e expandir através do idioma.

Leonardo Rangel é Diretor Geral da AlfaPrint em Manaus

De acordo com Kirzner (1979), o empreendedor é aquele que se encontra sempre em estado de alerta, para descobrir e explorar novas oportunidades. Esta capacidade de estar alerta constituir-se-ia a indispensável característica de tais indivíduos. Eles, sempre são  os primeiros a identificar oportunidades lucrativas de negócios.

Leonardo Rangel Lopes, sabe muito bem disso por que vem de uma família de empreendedores criativos e visionários. Em 2006, sua família se uniu para abrir uma empresa de solução em etiquetas e rótulos em impressão, a Alfaprint Derpac.

A empresa paranaense com sede em Curitiba, tem por missão expandir no Brasil.A família resolveu  expandir a atuação do empreendimento para  âmbito nacional em 2017. Para cumprir essa missão, Leonardo tem buscado a alta tecnologia para aquisição os melhores equipamentos e estudaram locais para iniciar essa expansão, o Norte foi um das primeiras regiões a serem escolhidos. Decidiram então abrir uma unidade em Manaus. Rangel,  foi o encarregado das operações na “paris dos trópicos”.

Leonardo coleciona inúmeras experiências de viagens, tem passagem por Peru, Chile, Argentina, Portugal, Barcelona, Itália, Paris, Londres, Canadá, Toronto e New York. Mas diante do crescimento, ele então veio para Manaus, realizar esse plano de expansão e se tornou o Diretor Geral da Unidade. Está em Manaus a 5 anos, depois de passar 1 ano e meio na Irlanda.

Foi em Manaus que o Leonardo encontrou a Embassy com o propósito de ampliar ainda mais suas conexões “vi no estudo da língua  inglesa novas oportunidades de networking e negócios. Na verdade para mim é extremamente prazeroso. A possibilidade de conseguir me comunicar com pessoas do mundo inteiro é algo que me instiga a buscar o conhecimento, além é claro de todas as possibilidades profissionais e pessoais que conhecimento da língua podem proporcionar.”

Mas nem tudo são flores, mesmo sendo uma empresa familiar ele passou por todos os setores da empresa, de vendedor a comprador. Rangel conta que ao chegar em Manaus encontrou toda uma rotina de Leis da Zona Franca diferente, incentivo da Suframa, logística de materiais, desenvolvimento de fornecedores, ” Na época era muito difícil, a logística de Manaus é bem diferente de Curitiba e São Paulo. Hoje eu vejo o potencial enorme que a região tem”.

A maioria dos clientes da Alfaprint em Manaus são multinacionais localizados no Polo Industrial e  eventualmente passam por processos de homologação ou auditoria com estrangeiros. Rangel diz  que sem dúvida não seria possível realizar esses processos sem o conhecimento da língua inglesa. “Acredito que todo esforço realizado seja no aprendizado do idioma ou esforço profissional em si são amplamente recompensados, com a responsabilidade que me foi dada de coordenar 100% a unidade em Manaus, sinto-me reconhecido e valorizado”.

Leonardo recebe muitos diretores de fora do país, que são os principais players do negócio dele, além a manutenção da empresa e o giro depende do idioma. Ele estuda na  Embassy a 6 meses, e conta que escolheu a escola  devido a ótima localização e também  a sua boa estrutura. “ Na escola tenho ótimas oportunidades de praticar continuamente os aprendizados que conquistei, e ter a possibilidade de aprender coisas novas.”

Leonardo, finaliza deixando uma mensagem pra quem chegou até o fim dessa história de sucesso incrível.  “Acredite sempre que você é capaz de realizar grandes feitos, com um passo de cada vez e paciência é possível ir longe.”

Texto: Fernanda Souza

Embassy lança o JIL:Joint Interactive Learning

Novo híbrido capaz de unir online e presencial no mesmo espaço.

 A atual sociedade é regularmente  inflamada  pela necessidade de mudar o papel do professor e formar alunos críticos e não meros reprodutores de termos e conceitos. Os profissionais da educação vivem constantemente intrigados com a questão de “como inovar no modelo tradicional de ensino e transformar os alunos em protagonistas do próprio aprendizado?”.

Cada vez mais, a sala de aula precisa se adaptar a rotinas ligadas à tecnologia, no entanto estão enganados os que pensam que basta colocar computadores na escola e deixar os estudantes ali sem qualquer orientação. A integração da educação a tecnologia que se faz presente em tantos aspectos da vida dos estudantes, misturando ensino presencial com o ensino online, é uma das maiores tendências da educação do século 21.

A Embassy lançou o que nomeamos de novo híbrido ou JIL (Joint Interactive Learning): é a  experiência que  promove e  une  o ensino presencial e o ensino online, em tempo real ao vivo. O professor em sala de aula com alunos presenciais e ao mesmo tempo com alunos em qualquer lugar do mundo.

O aluno que estiver no trabalho, de férias, em viagem ou por qualquer outro motivo não conseguir ir para aula, poderá assistir de onde estiver sem perder o conteúdo ou ter problemas com assiduidade.

O ensino híbrido envolve a utilização das tecnologias com foco na personalização das ações de ensino e de aprendizagem, apresentando aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar. Além disso, essa abordagem apresenta práticas que integram o ambiente online e presencial, buscando que os alunos aprendam mais e melhor. O ensino híbrido abre o horizonte  para novas possibilidade de personalização, tendo a tecnologia como aliada.

Alunos Embassy em aula JIL -Joint Interactive Learning
Alunos Embassy em aula JIL –Joint Interactive Learning

RETORNO PÓS-PANDEMIA

A Embassy, tem buscado novas metodologias de ensino-aprendizagem  para proporcionar ao seus alunos ambientes reais de atividades em empresas, como por exemplo reuniões executivas, visita de VPs ou CEOs nas empresas, calls internacionais, troca de  e-mails corporativos e etc.

Implantando condições adequadas e efetivas de apoio pedagógico e técnico que contribui  para que o  professor pense, discuta e avance no seu processo de ensino e aprendizagem. Infundindo nos discentes as suas responsabilidades no processo de ensino e de aprendizagem.

Em tempos de isolamento social, a Embassy viu a oportunidade perfeita para  de maneira mais efetiva utilizar os métodos de ensino- aprendizado híbrido. De acordo com a Coordenadora Acadêmica, Lediany Rodrigues, a princípio houveram dúvidas quanto ao início das aulas híbridas, pois os questionamentos eram muitos em relação aos equipamentos necessários e como evitar a queda na qualidade de ensino desse aluno.

Ledyane conta que “ faltando apenas 3 dias para voltarmos com as aulas presenciais, um cliente sinalizou que teriam que permanecer com os alunos em aulas online. Nós buscamos uma possibilidade de ajustar o nosso modo operante de maneira que não deixasse aqueles alunos perderem o semestre já que tudo voltaria a ser presencial. Foi aí, que tivemos a ideia de misturar as aulas no modo híbrido somente para esses alunos e presencial para todo o resto”.

ESTRUTURAÇÃO

  1. Em uma semana conversamos com algumas turmas e  testamos ferramentas e tecnologias, a professora Layane Rubin foi quem encabeçou a saga  para buscar melhorias para o novo método que estávamos testando.
  2. Na segunda semana começamos a treinar outros professores para que pudessem fazer uso das ferramentas e tecnologias para a transmissão de aulas ao vivo , juntando turmas presenciais e virtuais.
  3. Na terceira semana começamos a aplicar o nosso novo método híbrido nas demais turmas.
Professores testando o novo método JIL –Joint Interactive Learning da Embassy

CALIBRAGEM

O processo para testar todas as opções foram feitos em média  de 3 semanas ao todo. A professora Layane relembra que “foram tomadas algumas ações necessárias para que conseguíssemos entrar numa harmonia  em sala de aula tendo em vista que o professor  precisaria atender “duas turmas ao mesmo tempo” .

Calibragem do novo método JIL –Joint Interactive Learning da Embassy

Houveram situações que o aluno não conseguia ouvir o professor, outras vezes os alunos da sala de aula presencial não conseguia ouvir o colega que estava online. Para solucionar, os equipamentos foram trocados e novamente feito testagem de novas tecnologias. Mais uma vez, várias situações aconteceram e cada professor lidou com o processo de forma diferente , e isso não significou para o corpo docente que o método não era adaptável muito pelo contrário, eles encararam como um desafio de DESENVOLVIMENTO, um dos valores do nosso CULTURE CODE.

DESAFIOS NO BRASIL

O ensino híbrido possibilita  aos alunos aprendizagens mais dinâmicas e fascinantes. Como desafio, encontram-se a exigência de uma postura proativa do corpo discente, a necessidade de uma formação docente que o qualifique para o uso dos elementos pedagógicos e tecnológicos básicos da modalidade a distância, a necessidade de mudança na atuação pedagógica dos processos de ensino e de aprendizagem impede de haja avanços com a utilização deste método de ensino.

De acordo com o  Censo EAD.Br 2015, realizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), a EaD está presente em todo o país, nas capitais e nas regiões interioranas, bem como em instituições de todas as regiões e estados do Brasil. Observa-se a concentração de 42% de instituições com sede no Sudeste; com destaque para São Paulo, com 22%. Os cursos são oferecidos em todos os níveis e áreas de conhecimento, sendo 1.079 para cursos de extensão e áreas de Ciências Sociais Aplicadas, com 608 ofertas de cursos regulamentados totalmente a distância. Entre os semipresenciais, a preferência é pelas Ciências Humanas, com 1.389 ofertas registradas (ABED, 2016).

NASCIMENTO DO NOVO HÍBRIDO

Esse dados nos trazem informações de aulas propriamente EAD e é relevante para entendermos como Brasil se comporta em relação a esses métodos, porém o que está sendo testado na Escola de idiomas Embassy é algo novo, a preparação das aulas se dá de maneiras bem mais robustas para que a interação entre os alunos que estão  presencial e os que estão online seja absoluta. De acordo com Ledyane Rodrigues, tem uma pesquisa de satisfação para ver o que os alunos estão achando dos novos métodos e assim aperfeiçoar ainda mais o programa.  

  • embassy manaus lança JIL novo curso hibrido de ingles

A professora Layane Rubin, diz que tem recebido feedbacks positivos de seus alunos e acredita que essa é uma nova tendência do futuro. “Os alunos que muitas vezes não podem estar presencialmente nas aulas tem a possibilidade de assisti-la totalmente online e ao vivo e interagir com o professor e os demais colegas da sala de aula”.

Para Ana Paula Petrosino, CEO do Grupo Embassy, a escola está caminhando para execução de um estudo muito sólido de andragogia, que é desenvolver no aluno adulto sua total autonomia. “ a Embassy já vem vivendo esse momento a muitos anos, nossa bagagem técnica sempre mostrou que o aluno não é genérico e o ensino do nosso professor em sala, também não”.

Ana Paula Petrosino, CEO do Grupo Embassy, acompanhando a estruturação

Os novos métodos utilizado pela Embassy estimula mais ainda o seu aluno  a pensar criticamente, a trabalhar em grupo e  ver mais sentido no conteúdo.  Oportunizando o discente e o incentivando a tomar  a posição de protagonista visando que ele tenha mais  chances de aprender da maneira que melhor funciona para ele.

O  professor então, ganha um papel mais próximo ao de um mentor/orientador  que guia esse processo de procura  pelo conhecimento e, com a diminuição da carga de aulas expositivas, ele tem mais tempo para dar atenção personalizada às necessidades dos estudantes e acompanhar de maneira mais próxima evolução deles.

A CEO, Ana Paula Petrosino finaliza com orgulho do projeto parabenizando todos os colaboradores envolvidos, agradecendo pelo tempo dedicado dos professores, especialistas e coordenadores. ” A Embassy tem por objetivo ofertar cada vez mais novas experiências e abordagens dentro de sala. Tendo por princípio um olhar para  o aprendiz, com sua própria visão do processo de aprendizagem” enfatiza com grandes expectativas.

Texto: Fernanda Souza

Saiba como Alice de Arruda conquistou uma bolsa de estudos em uma universidade de Ohio

“Só através da conexão com as outras pessoas que temos a maior chance de ter novas ideias e criar algo inovador e isso se potencializa quando podemos nos comunicar com pessoas de outras culturas e países. Assim, o inglês é uma necessidade do profissional moderno, que precisa se reinventar e criar a todo momento.”

Alice de Arruda Barbosa começou  a estudar inglês na escola como matéria obrigatória, porém com 11 anos seus  pais a  matricularam em um curso específico da língua, pois entendiam a importância da língua para seu  futuro. Alguns  anos depois ela acabou desistindo, pois  na época não achava o curso dinâmico e não entendia a importância. Com 14 anos voltou  a estudar e desde então não parou  mais, após 7 anos de estudos se formou. Depois de formada  passou  um longo período sem utilizar a língua, tendo assim que se  esforçar para relembrar o que havia aprendido, ouvindo músicas, vendo filmes e lendo livros. 

Anos mais tarde, quando começou  a trabalhar na Musashi teve  que usar o inglês diariamente, “ no começo foi um desafio adaptar meu inglês coloquial ao business, mas com a prática e exposição a língua constantemente consegui fazer esse aperfeiçoamento.”

Sua trajetória  na Musashi, começou quando foi indicada por um amigo para uma vaga em aberto na empresa no setor de Governança Corporativa (Auditoria Interna), a vaga estava há algum tempo sem ser preenchida pois um dos requisitos obrigatórios era o Inglês, assim seu colega sabendo de sua qualificação fez a indicação. Alice foi selecionada para vaga em Maio de 2011, e desde a entrevista foi explicado que o contato com empresas do grupo situadas em outros países seria uma prática constante, tanto via e-mails como reuniões e vídeo conferências, pois a empresa é multinacional com sua sede no Japão. Ela nos contou que graças a esse contato constante, conseguiu aprimorar e moldar seu inglês para business com uma linguagem mais sofisticada, pois antes era voltado para atividades cotidianas e/ou específicas de sua  área ( contabilidade/auditoria). 

Ao longo dos anos, Alice de Arruda teve  várias oportunidades na empresa devido ao idioma, sendo a mais recente em 2018/2019 quando foi indicada pelo CFO das Américas para coordenar regionalmente um grande projeto de atualização do sistema interno da empresa juntamente com a Musashi Canadá. Devido ao projeto participou constantemente de reuniões com os colaboradores do Canadá pessoalmente e via vídeo conferências; também por e-mails e traduções para os colegas de outras áreas que não tinham o domínio da língua,possibilitando que ela  conhecesse  ainda mais do sistema e dos processos de outras áreas. Além disso, teve a oportunidade de visitar a empresa no Canadá, Alice disse que foi  uma experiência ímpar que lhe  trouxe grandes insights, network, treino do inglês e muito conhecimento. 

Por trabalhar em um multinacional, é constante o contato de Barbosa com colaboradores das empresas de outros países através de vídeo conferências, e-mails e periodicamente reuniões presenciais. Como de praxe, inicialmente Alice  ao  participar dessas reuniões ficava nervosa e preocupada, pois não tinha confiança se conseguiria entender perfeitamente cada palavra e se conseguiria passar a mensagem certa. Com passar do tempo e prática passou  a entender e se comunicar melhor, ficando mais confiante, relata ela. 

Em 2019, ela se inscreveu para concorrer a uma bolsa de estudos através do LAIOB para um curso de Corporate Finance na Universidade de Ohio, recebeu a bolsa e teve a grande chance de estudar em uma conceituada universidade americana e conhecer vários hubs de inovação em Columbus-Ohio, sendo o curso todo ministrado em inglês. “Essa experiência me trouxe uma nova perspectiva pessoal e profissional, algo que não conseguiria se não soubesse a língua.” 

Em Janeiro de 2020, Alice procurou a Embassy para fazer um preparatório para as provas de proficiência do IELTS, pois concorreria  a uma bolsa de estudos no reino unido. Foi aceita nas duas universidades no Reino Unido e agora tá só esperando o resultado da bolsa para ingressar.

Devido ao inglês e as oportunidades que teve para utilizá-lo em projetos, passou  a ganhar maior visibilidade e respeito dos colegas de trabalhos e gestores, sendo convidada para participar de novos projetos e iniciativas das outras empresas estrangeiras. ALice diz que , todas as experiências e projetos que participou e ainda participa foram determinantes para sua  evolução de profissional Júnior a Sênior e também para visibilidade na empresa, para convites em novas iniciativas no Brasil e em outros países, muito disso graças ao Inglês. 

“Na minha trajetória grande parte das oportunidades e experiências que me fizeram crescer como profissional, mudaram meu mindset e possibilitaram grandes insights foram através do inglês, assim aconselho a todo profissional que ainda não domina o idioma a se esforçar e buscar esse aprendizado.”

4 Dicas práticas para planejar seu próximo feriado

Garanto que você já deixou de viajar ou executar um passeio legal em feriados por nem se dar conta que ele chegou. E isso porque a nossa vida anda corrida demais. Funcionamos melhor se organizarmos e traçarmos metas, inclusive para os feriados. E o que quero aqui é te mostrar como se planejar e aproveitar os feriados para viajar. Vamos ver como?

Preencha o formulário e em seguida o Ebook 4 Dicas práticas para planejar seu próximo feriado vai fazer o download. Boa leitura! See you soon.

Veja como a Bella Andrade conseguiu uma Bolsa de Mestrado em Portugal.

Quem acredita sempre alcança. Claro que no meio do caminho vamos encontrar dificuldades. A vida não é fácil e quem falou que seria ? Não existe uma bula ou uma cartilha ensinando todos os passos para alcançar o sucesso.

Veja como a Bella conseguiu uma Bolsa mestrado em Design em Comunicação em Portugal.

Isabella Andrade se formou em  Publicidade e Propaganda na Falcudade Martha Falcão (FMF) no fim de 2019 e mesmo antes de concluir a graduação já estava focada em fazer mestrado. No começo de 2020 se inscreveu para concorrer a uma bolsa de Mestrado em Design e Comunicação em Portugal na cidade de Porto.

Ao fim do processo, Bella foi informada que iria participar de uma Conferência mais a seleção seria totalmente em inglês, como de praxe, Bella conta que ficou bastante apreensiva. Bella recorreu a Embassy e recebeu o preparamento necessário para passar por todo o processo em vigor.

Desde pequena, Isabella já estudava a língua inglesa  mas descobriu sua paixão pela língua na passagem da adolescência para a juventude ao perceber o quanto a fluência na mesma era requisito para quem curte filmes, músicas séries e etc., que é a língua das viagens, negócios e turismo .

O corpo de  docentes da Embassy tomou todos os cuidados para proporcionar aulas dinâmicas e personalizadas às necessidades de Bella  e também em conversas descontraídas buscou sempre a manter relaxada visando amenizar o nervosismo da candidata ao mestrado.

Já em entrevista com a banca de seleção para o  mestrado, Bella contou que “estava relaxada e que o nervosismo de não ter um inglês perfeito tinha sumido, sem contar que todos da banca foram super tranquilos e amigáveis”.

Em conversa com a CEO da Embassy, Ana Paula Petrosino – a Isabella disse está muito feliz com o mestrado, que além de ser uma realização pessoal  vai lhe abrir portas profissionais e que o inglês não só contribui para essa conquista como também lhe dá “asas” para voar para além das fronteiras de Portugal. 

“As aulas de mestrado serão todas em inglês, e graças a toda minha vivência posso aproveitar essa oportunidade de estudar fora e estou  completamente feliz pelas aulas serem em outro idioma e isso não ser um problema pra mim”.

A mulher que sonhou em trabalhar na Harley Davidson

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Todos nós temos sonhos, e Ana Mercedes é a combinação perfeita de que quando  alinhamos nossas pretensões a dedicação e esforços, alcançá-los fica mais fácil.

Ana Mercedes, mulher amazonense, 55 anos mãe de 2 filhos, Contadora atuando dentro de pequenas grandes empresas em Manaus há mais de 25 anos. Começou sua trajetória profissional aos 15 anos trabalhando na Gradiente onde sempre teve vontade de trabalhar, ficando lá por 8 anos. Trabalhou em várias outras empresas por cerca de dez anos e então voltou a trabalhar na Gradiente novamente, onde durante esse período cursou a graduação e pós-graduação  permanecendo outros 8 anos nesta empresa.

Já trabalhando em outras empresas, Ana começou a perceber o quanto a proficiência da língua inglesa era requisitado e que para alcançar a vaga tão sonhada em uma multinacional ela necessitava do inglês e a falta deste no currículo dificultava sua promoção ou ainda a entrada em uma multinacional, foi então que a 4 anos atrás , já com uma carreira de contadora consolidada dentro de uma empresa, Ana percebeu que para alcançar o sonho de atuar dentro de uma multinacional ela necessitava d aprender inglês.

Como grande parte das pessoas, Ana já tinha tido um contato quando criança com a língua e que não era o suficiente para lhe levar a alçar voos mais altos. Foi quando procurou a Embassy, em conversas com a CEO nos corredores da escola, Ana contou que seu grande sonho era trabalhar na Harley Davidson.

Com um sonho a vista e material de aprendizado da língua inglesa personalizado às suas necessidades Ana retomou os estudos da língua. A pouco mais de 4 meses, Ana recebeu uma proposta para participar de um processo de seleção e brincou que só aceitaria caso fosse na Harley Davidson, para sua surpresa a vaga era para a multinacional.

Ela não poderia estar mais feliz, com o inglês em dia, Ana contou com todo o suporte dos professores de Embassy no Job interview, passou por todos os processos necessários e conseguiu a vaga. “Eu consegui, estou onde eu queria estar e tenho muito a agradecer a Embassy, com certeza o inglês é muito importante”. 


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Por onde eu começo a escrever o meu CV em inglês?

Similarmente a um CV em português, um currículo em inglês possui “headings” muito parecidos com os que encontramos ao escrever sobre nossa carreira  para pleitear a vagas disponíveis no mercado.

Abaixo compartilho algumas dicas de como você pode redigir seu CV se preparando para as melhores oportunidades que normalmente são encontradas na internet com descrições em inglês.

É importante mencionar que além de ter o seu “resumé” ou CV em inglês, habilidades como fala, escrita, compreensão auditiva e leitura não podem ser deixadas de lado, afinal o mercado sempre está buscando profissionais que dominam completamente o idioma, não só uma ou outra habilidade.

Estruture seu currículo com os principais “headings’ como os abaixo.

Personal Info

Summary

Position

Experience

Education/ Qualifications

Skills

Interests

References

Comece escrevendo suas “personal info”, ou seja, suas informações pessoais como nome, telefones para contato, endereço, email, redes sociais, preferencialmente as profissionais como linked-in e Skype.

Na parte summary, faça um pequeno resumo sobre quem você é, o que te inspira profissionalmente e quais são as suas motivações profissionais no momento.

Algumas pessoas escrevem a posição ou “position” que eles desejam mas não é uma regra, afinal quando você se candidata a um posto, o recrutador sabe qual é a vaga a qual você está se candidatando.

Já em experience, você precisa, resumidamente, mencionar os nomes das empresas por onde passou, os cargos que você ocupou, o que exatamente realizava em cada uma dessas posições e o período em que permaneceu na vaga.

Para falar sobre sua vida acadêmica, use o heading “education” ou “qualifications”. Nesta sessão você poderá incluir suas graduações, cursos de extensão, MBAs, pós graduações, mestrados, doutorados… Se a lista de qualificações for muito grande, seja sucinto,  enumere as principais e que estejam relacionadas à vaga que você está buscando.

Use a sessão “skills” para falar sobre suas habilidades como idiomas que fala, sistemas ou processos que você domina. Alguns candidatos usam imagem para demonstrar o grau de domínio na habilidade, por exemplo: proficiente, avançado, intermediário,

elementar ou básico/ iniciante, no caso da língua inglesa.

Em um processo de entrevista há muito interesse do entrevistador em saber mais sobre você, então é recomendável que você inclua coisas que você gosta de fazer. Use a sessão interests para isso. Exemplos incluem atividades esportivas, leitura, cinema, viagens… O mais importante é escrever sobre o que você realmente gosta e mostrar consistência durante todo o processo de entrevistas.

Para dar respaldo a toda a informação que você está fornecendo, inclua suas referências profissionais, preferencialmente mais de uma mas não uma lista enorme.

Caso deseje receber um modelo de CV em inglês, CLIQUE AQUI.

Boas oportunidades!

Ana Paula Petrosino

Maio de 2020

Fale com nosso time comercial AQUI e matricule-se hoje na escola número 1 no ensino do idioma pra negócios e fins profissionais.

Conheça Lidiene Nascimento: ela descobriu na Embassy como pode ser fluente sem ter que estudar pra sempre.

Lidiene Nascimento é aluna Embassy do nível intermediário, B4B, que após concluir sua graduação em 2014 como Bacharel em Administração decidiu ingressar em uma MBA em Gestão de Recursos Humanos e acabou se apaixonando.

Seu primeiro emprego foi como montadora em 2002 na Siemens Eletroeletrônica, onde trabalhou por 10 anos. Empresa aonde ela atribui grande parte do seu desenvolvimento profissional. Lá ela passou por vários setores, de montador até assistente de RH.

Em maio de 2012 foi para a PST Eletronics como Analista de RH Jr. seu novo desafio era trabalhar no subsistema de Administração de Pessoal, “aprendi sobre leis trabalhistas e consegui ser mais técnica e analítica”.

Em outubro de 2017, iniciou na Rosneft Brasil, atuando como Analista de Recursos responsável por todos os subsistemas de RH de forma generalista.

Ela só não imaginava o desafio que viria junto com esse “pacote”. Ao contrário das outras empresas, o seu novo job exigia um inglês fluente ou pelo menos que soubesse se comunicar razoavelmente. Em todas as suas experiências anteriores, não tinham lhe exigido até então  a utilização de um outro idioma como parte de sua  performance profissional.

Na nova empresa Lidiene tem a oportunidade de ter contato com documentos de políticas e procedimentos da empresa, falar com colaboradores expatriados que são os estrangeiros, trocar mensagens via e-mails e participar de reuniões, palestras e até assistir vídeos corporativos, tudo isso em inglês.

Mas Lidiene já vinha tendo essa necessidade há 7 anos atrás, iniciando uma trajetória com o desenvolvimento do idioma em 2010,sentia dificuldade em acompanhar a turma “eu desistia, somando todo o período sem contar com as pausas, acredito que uns cinco anos que vinha tentando desenvolver o idioma, estudei em várias instituições como: Euro Idiomas, IEL , Aliance até chegar aqui na Embassy em 2018.

Com metodologia totalmente diferente, seu maior desafio enquanto estudante na Embassy, foi conseguir apresentar a cada semestre o PD (Project Development).

Lidi conta queno início sentia muita vergonha, depois fui melhorando com as orientações dos professores e neste semestre consegui a nota máxima, para mim um orgulho, sensação de dever cumprido, pois sinto que posso sair da caixinha que havia me colocado de ser um eterno estudante”.

Por que Lidiene escolheu a Embassy?

Eu estou na Embassy há 2 anos e escolhi está instituição pela metodologia, qualidade do ensino e garantia inclusive em contrato que ao término do curso, eu teria o mínimo exigido pelo mercado de trabalho e claro alinhado com meu comprometimento no aprendizado.

A instituição vem colaborando com meu desenvolvimento, quando aplica atividades em sala de aula simulando reuniões, debates, feedbacks ao término de cada módulo e indicações de aplicativos, vídeos e leituras como atividades extra classe.

Durante este período de desenvolvimento do idioma já obtive oportunidades de participar de três entrevistas de emprego e fiquei muito feliz de conseguir entender e responder as perguntas que me foram propostas, já participei de reuniões somente como ouvinte, a experiência foi ótima, pois consegui entender como posso utilizar as expressões de início da reunião, as interrupções e as delegações das atividades.

Eu tenho um sonho que é falar fluentemente o idioma “Inglês” e assim me tornar um profissional especialista e completo na minha área de atuação e conseguir conquistar todos os meus objetivos profissionais e poder contribuir com minha alta performance na empresa a qual estiver inserida. Meu objetivo é daqui a 5 anos viajar para fora do país.

O que mais me motivou a não desistir foi sempre a determinação, não é fácil aprender um novo idioma, mas se alinhado com o ensino de alta qualidade e dedicação você consegui e posso garantir que estou conseguindo.

I usually say myself I won’t give up!

Jana Silva está há 15 anos sendo promovida. Veja por que.

Jana Cecília Bezerra da Silva,  começou a estudar inglês na rede pública, mas ela conta que não saía do verbo “to be”. Ao contrário das outras crianças, ela não começou fazendo curso de inglês na infância, por questões culturais, os pais não viam como prioridade o estudo de uma segunda língua,  e por mais que tivessem uma visão de que o domínio da língua poderia agregar no currículo dela, na época eles não tinham condições de pagar para que a filha tivesse acesso a esse tipo de ensino, priorizando assim outros cursos.

Jana Silva, começou a trabalhar  na COIMPA há 15 anos atrás como analista de importação e exportação.  Ela sente que contribui com a empresa e tem galgado novos lugares. Tanto que recentemente se tornou  Coordenadora de Importação e Exportação da COIMPA,se sente honrada em fazer parte de uma multinacional tão reconhecida. 

Mas toda essa conquista não veio de graça, a Embassy entrou na sua vida quando no auge da sua carreira, lhe faltou a fluência no idioma. A empresa vendo o imenso talento de Jana, investiu no seu conhecimento mais tudo dependia dela. Seu sucesso  no idioma estava atrelado a essa nova promoção que ela recebeu.  

Com  apenas 2 anos na Embassy,  Jana conta que “ a convite da empresa, que selecionou apenas uns colaboradores para investir no ensino, tive uma oportunidade de aperfeiçoar meu estudo. A Embassy tem colaborado muito com o meu aprendizado, eu sempre digo para os meus amigos como é rico! A escola consegue como nenhuma outra entregar um inglês prático, aquele da realidade do trabalho.” 

 Ela finaliza avaliando  seu desejo de conquistar ainda mais e o quanto contribui para formação de novos jovens no mercado de trabalho. “ Eu tive oportunidades incríveis e há 2 anos atrás eu fui promovida a coordenadora.  O que me deixa mais satisfeita com meu trabalho, é que eles abrem portas para que eu possa mostrar meu trabalho e assim consiga galgar outros  degraus na minha carreira”.

Quanto a sua contribuição ela conta: “vejo minha contribuição na vida de colaboradores jovens. Eu tenho prazer em ensinar o que eu aprendo. Eu já estou na casa dos 40, mais te garanto que procuro manter um espírito jovem, para aprender e me desenvolver como pessoa e profissionalmente, e meu conselho para os jovens é: estude sempre, não fique parado no tempo, não se acomode, estude pra você, pra se sentir bem e está preparado para o que der e vier.”

Texto: Fernanda Souza

Michel o Especialista que surpreendeu o presidente

Hoje nós vamos te contar a história do Michel Pereira dos Santos. Sua trajetória  com o aprendizado da língua inglesa , quais foram seus maiores desafios e como ele  se habilitou  para chegar preparado  para fazer uma apresentação ao presidente da Honda.

Michel começou a carreira na Honda há 18 anos no ano de 2002, com apenas 19 anos de idade, atuando dentro do  departamento de logística como auxiliar de produção, era responsável pela preparação das peças para serem enviadas às linhas de produção de motocicletas. “ Era fantástico porque recebíamos peças de todos os continentes, e devido a isso, dava pra ter uma noção do percurso das peças até chegarem a nossas mãos”. Em 2006  ele foi  convidado para integrar o time de novos modelos da logística, onde lá, pode evoluir  bastante profissionalmente em termos de desenvolvimento de produtos novos e dos processos de fabricação, pois a relação era constante com quase todas as áreas da fábrica , além disso, como nos contou, teve  a oportunidade de conhecer outras 6 unidades da Honda pelo mundo. Em agosto de 2017, recebeu o convite para fazer parte do time de lanejamento estratégico da fábrica, onde atua  até hoje como especialista de planejamento industrial. “Confesso que a visão da fábrica é mais ampla nesse atual setor, e os desafios são diários. Você precisa estar bem alinhado com os objetivos da empresa e em constante busca por conhecimentos e atualizações.”

É comum da empresa  em viagens  a outros países, sempre levarem  intérpretes, Pereira disse que isso de certa forma os deixa confortáveis em relação a comunicação em outra língua . “Mas às vezes durante as viagens enfrentávamos algumas situações onde nós precisávamos do inglês para se comunicar, como em jantares, aeroportos, hotéis, eu lembro que algumas situações foram bem embaraçosas.” A  relação de Michel  com o idioma inglês efetivamente começou em 2017, quando ingressou no setor de  Planejamento Estratégico, pois os relatórios eram quase todos em inglês, esse então era o grande desafio dele. Em 2018 começou a estudar na Embassy e a se dedicar completamente ao idioma pois precisava entregar seus resultados no setor. No ano de  2019 Pereira já se sentia seguro para  enviar e-mails escrito em inglês como “invites” para reuniões, e-mails a  expatriados ou ainda  pequenas mensagens para as  unidade em São Paulo. Já no segundo semestre de 2019 começou a fazer reuniões periódicas com seus gestores, onde teve o apoio fundamental para ir mais além, estabelecendo assim que a partir de dezembro de 2019 falaria em inglês nas reuniões com os  VPs, ele lembra  que ainda fez um “opening” de uma reunião em inglês.  “Já em 2020, infelizmente tivemos que priorizar outros assuntos devido a toda essa onda da pandemia, porém continuei minhas aulas online na escola durante todo esse tempo.”

Michel nos revelou que aproveitou o esse período que ficamos em casa e  estudou bastante, assistiu a muitos filmes e ouviu  podcast em inglês, além de assistir  as aulas remotas  regulares da Embassy. Retornando as atividades na Honda no final de Maio, Pereira percebeu  que as reuniões estavam acontecendo todas online, e alguns gestores já estavam apresentando em inglês, pois era preciso agilidade nas reuniões com os vices presidentes. “Então pensei bom já estou atrasado com a minha meta. Nessa hora tomei a seguinte decisão: Na próxima reunião que envolver os vice-presidentes, vou falar em inglês. Tracei o plano, conversei com os meus atuais e antigos gestores, fizemos um teste um dia antes e foi (risos). Fiquei um pouco nervoso, mas deu certo. Agora que comecei não posso parar. O sentimento é de muita gratidão a todos que tem me ajudado nesse processo tanto na Escola Embassy através dos treinamentos, como no ambiente de trabalho através do desenvolvimento, sobretudo a minha família que me apoia bastante quando compartilho as experiências em casa.”

Pereira diz que não existe coisa melhor do que você exercitar  e  poder aplicar os conhecimentos da língua inglesa  no seu dia-dia. Em relação ao acontecimento de fazer uma apresentação em inglês pela primeira vez, ele conta que recebeu alguns feedbacks positivos de amigos do trabalho, pelo fato de ter se auto desafiado. “Particularmente a sensação é de alegria por ter começado a falar em inglês no ambiente corporativo, mas tenho consciência que ainda tenho muito chão pela frente. Pretendo continuar estudando e aplicando no meu dia-dia tudo o que venho aprendendo na escola.”

“Muito obrigado a Embassy pela oportunidade de compartilhar essa experiência.”

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