Aventureiro, sonhador, apaixonado pela família, viajante, Bernardo Vieira, conta como o inglês tem sido fundamental na sua jornada de vida pessoal e profissional.

Nós temos muito orgulho de nossos alunos e amamos vê-los alcançar o sucesso. Hoje nós trazemos um pouco da história de vida do Bernardo Vieira Neves e de como ele tem se esforçado para alcançar seus objetivos de vida pessoais e profissionais. De antemão nós já podemos te dizer que ele adora  escutar música, assistir filmes, ir para concertos de teatro com shows, praticar esportes e conhecer novos lugares. Sua mãe sempre o incentivou a aprender sobre países e capitais desde criança. Aos 17 anos foi morar no sul do Brasil onde tem família e retornou a Manaus em 2017, período em que conheceu muitos países através de intercâmbio cultural, na área de organizações sociais e empresarial. Gosta muito de esportes de ação, treina jiu-jitsu há quase 10 anos, ama surfar, e, como não tem mar aqui por terra amazonense, ele anda de skate-long simulando o surf para suprir a falta do mar.

“Voltei para Manaus em Julho de 2017 e em Outubro já estava contratado por uma empresa da indústria de eletroeletrônicos do Polo Industrial de Manaus. Trabalho com planejamento de Compras na área de Procurement num time de 11 pessoas. Sempre trabalhei com logística de comércio exterior, compras e negociação. Fiquei um bom tempo afastado da indústria nos anos que antecederam a minha mudança para Manaus. Então comecei a me preparar antes de chegar aqui. Deu tudo certo e quando vi já estava trabalhando e cursando pós graduação na área de gestão empresarial. Um ano depois, a empresa me ofereceu um curso de Inglês na Embassy e não pensei duas vezes pra começar. Hoje eu não tenho mais tempo pra diversão e tenho que dar conta da longa jornada de trabalho, pós-graduação, aulas de Inglês e treinos de jiu-jitsu. Desde que decidi me mudar pra Manaus eu estava decidido voltar pra área industrial e estou bem satisfeito com a minha trajetória, só tenho a agradecer a empresa, às pessoas com as quais convivo, meus amigos, pais e minha esposa.

Meu primeiro contato com o idioma foi ainda quando morava em Manaus, na infância. Minha mãe me levou no curso de inglês e iniciei o Japim I – curso voltado para menores, mas não dei continuidade acabando por cursar 1 ou 2 semestres de Inglês. Eu tinha 12 ou 13 anos. Voltei a estudar Inglês mais tarde por cursar faculdade de comércio exterior, quando iniciei no nível básico, passando pelo Intermediário e fui até o início do nível avançado de Inglês. Logo eu estava fazendo intercâmbio em países como Nova Zelândia e Austrália. Sempre trabalhei usando Inglês técnico para gerenciar importações aqui no Brasil, mas adquiri fluência escutando música e assistindo muitos filmes, adquirindo a cultura de estudar e praticar Inglês. O intercâmbio na Nova Zelândia foi bastante desafiador por não compreender a fala dos kiwis – como são chamados os neozelandeses. Eu estudo na Embassy há aproximadamente um pouco mais de 1 ano e a empresa da qual trabalho me ofereceu um curso de Inglês. Fiz o teste e voltei ao início do nível avançado. As aulas acontecem de uma maneira muito dinâmica, com professores que permitem elevar o nível de conhecimento através da didática, com aulas online e usando plataformas de ensino mais abrangentes. Além disso, os professores possuem um bom nível de didática que me proporcionam ajustes de pronúncia do idioma, facilitando o aprendizado. O nível técnico das provas de leitura e escrita da Embassy é o mais desafiador que tive até hoje. Isso ajuda não somente no aprendizado do idioma como também na superação de objetivos.

Uma forma que adotei para sempre me manter em contato com o inglês foi sempre assistir  a filmes e prestar muita  atenção às pronúncias, reforçando vocabulários e expressões idiomáticas. Escutar música sempre me ajudou desde o nível básico e intermediário. Com o momento de pandemia, aproveitei a quarentena para dedicar mais tempo de estudos em casa, sempre buscando aprender.

Já tive oportunidade de fazer  viagens internacionais incríveis. Comecei na Nova Zelândia e Austrália em 2002 e logo após iniciei o Francês cursando o nível básico e intermediário. Morei por 1 ano na França entre 2004 e 2005 onde consegui estágio na indústria automotiva. Após me formar em Comércio Exterior fiz uma imersão de 3 meses no Canadá pela a empresa que me contratou e trabalhei por 3 anos no Brasil em estrutura de home office, viajando a negócios pela empresa. Trabalhei na China pela mesma empresa por um período de 6 meses, implementando um processo de controle de qualidade de produção e armazenagem de manufaturados visando sanar problemas de qualidade para atender clientes em larga escala. 

Uma experiência muito significativa para mim foi fazer uma apresentação e participar de treinamentos em Inglês quando estava na Nova Zelândia. Tive uma experiência muito desafiadora para me adaptar a um novo idioma e compreender conversas, temas e discussões. Iniciei num escritório de organização social acadêmica e voluntária, ainda aqui no Brasil, que com o suporte da Universidade, promoveu intercâmbio entre empresas da região e estudantes estrangeiros com nível básico ou avançado de conhecimento profissional. Essa troca permitia que empresas pudessem se internacionalizar, desenvolvendo relações comerciais com clientes e fornecedores de países próximos aos do estudante ou profissional contratado, e, com isso, combinar desenvolvimento de indivíduos e empresas privadas ou até mesmo do governo local.

Dentre os muitos sonhos que tenho, um deles já estou realizando, que é retornar para Manaus e estar próximo aos meus pais. Profissionalmente é desenvolver competências que agreguem valor às empresas, combinando carreira profissional e pessoal de forma empreendedora e útil ao mercado de trabalho. O trabalho social voluntário é uma das realizações que tive no início da minha carreira, mas se no futuro precisar ajudar as pessoas de qualquer outra forma estarei sempre me adaptando a novas realidades e oportunidades.

Das muitas coisas que me deixam muito feliz é se, ou quando, minha trajetória de vida inspirar alguém, ou quando familiares e novos amigos entendem a importância da educação e cultura na vida das pessoas. Isso só me motiva a seguir em frente com os meus objetivos e estar mais próximo à minha família e pessoas que convivem comigo no trabalho e na vida pessoal.

Acredito  muito que independente da trajetória profissional que cada um segue na vida, uma das coisas mais importantes e que contribui para o crescimento pessoal e profissional em nossa sociedade é dar às pessoas que estão ao teu redor, como amigos e familiares, a sensação de que têm valor. Uma das filosofias mais importante que aprendi no jiu-jitsu nos últimos 10 anos, independentemente das dificuldades e desafios de vida, é ter a plena convicção de que o mundo estará ao teu lado enquanto te mantiveres fiel ao que há de melhor em ti. E não menos importante é ser tão justo e entusiasta com respeito ao êxito dos outros como és com o teu próprio.” 

Por: Fernanda Souza

Ela passou na entrevista de inglês e conseguiu uma nova vaga de emprego.

“Eu tenho um sonho que é falar fluentemente o idioma “Inglês” e assim me tornar uma profissional especialista e completa na minha área de atuação e conseguir conquistar todos os meus objetivos profissionais e poder contribuir com minha alta performance na empresa a qual estiver inserida.”

Hoje nós resgatamos a história de Lidi Nascimento, (sim a Lidi, porque nós já somos bem íntimos desta profissional incrível).

Você já a  conhece de artigos anteriores e sabemos muito do  perfil dessa mulher guerreira que não para, e corre atrás dos sonhos e com certeza está no caminho certo para alcançar a fluência do inglês e nós the family embassy estamos com ela.

“Quando saí da última empresa em que estava trabalhando há 3 anos, a Rosneft, eu fui desligada por conta de que a mesma não tinha mais interesse em continuar com o projeto de exploração petróleo e gás na bacia do Rio Solimões no ano de 2021, porque ela vai voltar para a Rússia ( porque ela é uma empresa Rússia ), eu fui desligado da empresa no dia 2 de setembro de 202 e foi quando eu iniciei os meus processos seletivos para continuar com mesmo patamar e  no mesmo nível de pleno, porque  o meu sonho o que eu almejo para desenvolvimento e da minha carreira profissional é me tornar uma especialista de recursos humanos com a experiência e habilidades de lidar com todos os sistemas de recursos humanos, com inglês influente, essa é minha missão é onde eu almejo chegar. Então eu iniciei minha inscrição de processo seletivo em uma empresa chamada COMMOSCOPE, essa empresa faz Network, ela trabalha produzindo cabos de wireless, modem e etc., ou seja é uma empresa voltada para área de tecnologia. Em paralelo a essa entrevista, eu também fiz um processo para a empresa LG, para vaga de pleno.

Na LG foi muito interessante eu assisti um vídeo falando sobre as vagas que de repente você não acha interessante mas que necessitem do idioma inglês e no vídeo falavam sobre como  é importante você testar e treinar o idioma, então eu fui nesse naipe, nessa linha de testar meu inglês na entrevista foi a minha primeira entrevista usando o idioma que eu fiz utilizando o idioma. Consegui passar pelas três etapas mas eu não fui a pessoa selecionada. O qu eme foi  foi justificado foi perfil da vaga,  e por pretenção salarial, então eu fiquei no banco de dados, esse foi o feedback que eu recebi, porém não passei no processo seletivo para etapa final em paralelo a isso eu fiz ou outro processo na PST eletrônics, que a empresa que eu estou atuando hoje na vaga de analista pleno, a entrevista não foi completamente em inglês, foi em português em inglês, mas eu precisei me apresentar em inglês falar das minhas experiências, do meu histórico laboral. Para a COMMOSCOPE, empresa onde também passei no processo seletivo onde a vaga era para especialista de recursos humanos – UAU O MEU SONHO-  mas eu optei dar um passo atrás e escolhi a PST porque lá a vaga era para  analista pleno,e eu já conheço a empresa, já conheço os benefícios, já conheço as formas de lidar e é uma empresa americana então o idioma é o dos americano,  para mim na minha concepção o idioma é o nativo dos negócios e de comunicação mundial. Logo, para mim esse contato seria melhor do que com a COMMSCOPE, que é uma empresa de mexicanos e bolivianos onde o idioma deles nativo é o espanhol. Bom, eu fiz a entrevista com três gestores o gerente de RH que mora em São Paulo porque a sede da empresa é lá, e também com dois gerentes do México, mas tudo em inglês foi um desafio muito grande eu busquei ajuda e apoio da embassy, eu fiz 10 AULAS VIPS, para conseguir me destacar e conseguir responder as perguntas que eram feitas em inglês, então 

eu estudei muito, me preparei muito, e claro  tudo com ajuda da embassy, consegui  o resultado esperado, tanto que eu tenho duas propostas. 

Por: Fernanda Souza