Embassy lança o JIL:Joint Interactive Learning

Novo híbrido capaz de unir online e presencial no mesmo espaço.

 A atual sociedade é regularmente  inflamada  pela necessidade de mudar o papel do professor e formar alunos críticos e não meros reprodutores de termos e conceitos. Os profissionais da educação vivem constantemente intrigados com a questão de “como inovar no modelo tradicional de ensino e transformar os alunos em protagonistas do próprio aprendizado?”.

Cada vez mais, a sala de aula precisa se adaptar a rotinas ligadas à tecnologia, no entanto estão enganados os que pensam que basta colocar computadores na escola e deixar os estudantes ali sem qualquer orientação. A integração da educação a tecnologia que se faz presente em tantos aspectos da vida dos estudantes, misturando ensino presencial com o ensino online, é uma das maiores tendências da educação do século 21.

A Embassy lançou o que nomeamos de novo híbrido ou JIL (Joint Interactive Learning): é a  experiência que  promove e  une  o ensino presencial e o ensino online, em tempo real ao vivo. O professor em sala de aula com alunos presenciais e ao mesmo tempo com alunos em qualquer lugar do mundo.

O aluno que estiver no trabalho, de férias, em viagem ou por qualquer outro motivo não conseguir ir para aula, poderá assistir de onde estiver sem perder o conteúdo ou ter problemas com assiduidade.

O ensino híbrido envolve a utilização das tecnologias com foco na personalização das ações de ensino e de aprendizagem, apresentando aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar. Além disso, essa abordagem apresenta práticas que integram o ambiente online e presencial, buscando que os alunos aprendam mais e melhor. O ensino híbrido abre o horizonte  para novas possibilidade de personalização, tendo a tecnologia como aliada.

Alunos Embassy em aula JIL -Joint Interactive Learning
Alunos Embassy em aula JIL –Joint Interactive Learning

RETORNO PÓS-PANDEMIA

A Embassy, tem buscado novas metodologias de ensino-aprendizagem  para proporcionar ao seus alunos ambientes reais de atividades em empresas, como por exemplo reuniões executivas, visita de VPs ou CEOs nas empresas, calls internacionais, troca de  e-mails corporativos e etc.

Implantando condições adequadas e efetivas de apoio pedagógico e técnico que contribui  para que o  professor pense, discuta e avance no seu processo de ensino e aprendizagem. Infundindo nos discentes as suas responsabilidades no processo de ensino e de aprendizagem.

Em tempos de isolamento social, a Embassy viu a oportunidade perfeita para  de maneira mais efetiva utilizar os métodos de ensino- aprendizado híbrido. De acordo com a Coordenadora Acadêmica, Lediany Rodrigues, a princípio houveram dúvidas quanto ao início das aulas híbridas, pois os questionamentos eram muitos em relação aos equipamentos necessários e como evitar a queda na qualidade de ensino desse aluno.

Ledyane conta que “ faltando apenas 3 dias para voltarmos com as aulas presenciais, um cliente sinalizou que teriam que permanecer com os alunos em aulas online. Nós buscamos uma possibilidade de ajustar o nosso modo operante de maneira que não deixasse aqueles alunos perderem o semestre já que tudo voltaria a ser presencial. Foi aí, que tivemos a ideia de misturar as aulas no modo híbrido somente para esses alunos e presencial para todo o resto”.

ESTRUTURAÇÃO

  1. Em uma semana conversamos com algumas turmas e  testamos ferramentas e tecnologias, a professora Layane Rubin foi quem encabeçou a saga  para buscar melhorias para o novo método que estávamos testando.
  2. Na segunda semana começamos a treinar outros professores para que pudessem fazer uso das ferramentas e tecnologias para a transmissão de aulas ao vivo , juntando turmas presenciais e virtuais.
  3. Na terceira semana começamos a aplicar o nosso novo método híbrido nas demais turmas.
Professores testando o novo método JIL –Joint Interactive Learning da Embassy

CALIBRAGEM

O processo para testar todas as opções foram feitos em média  de 3 semanas ao todo. A professora Layane relembra que “foram tomadas algumas ações necessárias para que conseguíssemos entrar numa harmonia  em sala de aula tendo em vista que o professor  precisaria atender “duas turmas ao mesmo tempo” .

Calibragem do novo método JIL –Joint Interactive Learning da Embassy

Houveram situações que o aluno não conseguia ouvir o professor, outras vezes os alunos da sala de aula presencial não conseguia ouvir o colega que estava online. Para solucionar, os equipamentos foram trocados e novamente feito testagem de novas tecnologias. Mais uma vez, várias situações aconteceram e cada professor lidou com o processo de forma diferente , e isso não significou para o corpo docente que o método não era adaptável muito pelo contrário, eles encararam como um desafio de DESENVOLVIMENTO, um dos valores do nosso CULTURE CODE.

DESAFIOS NO BRASIL

O ensino híbrido possibilita  aos alunos aprendizagens mais dinâmicas e fascinantes. Como desafio, encontram-se a exigência de uma postura proativa do corpo discente, a necessidade de uma formação docente que o qualifique para o uso dos elementos pedagógicos e tecnológicos básicos da modalidade a distância, a necessidade de mudança na atuação pedagógica dos processos de ensino e de aprendizagem impede de haja avanços com a utilização deste método de ensino.

De acordo com o  Censo EAD.Br 2015, realizado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), a EaD está presente em todo o país, nas capitais e nas regiões interioranas, bem como em instituições de todas as regiões e estados do Brasil. Observa-se a concentração de 42% de instituições com sede no Sudeste; com destaque para São Paulo, com 22%. Os cursos são oferecidos em todos os níveis e áreas de conhecimento, sendo 1.079 para cursos de extensão e áreas de Ciências Sociais Aplicadas, com 608 ofertas de cursos regulamentados totalmente a distância. Entre os semipresenciais, a preferência é pelas Ciências Humanas, com 1.389 ofertas registradas (ABED, 2016).

NASCIMENTO DO NOVO HÍBRIDO

Esse dados nos trazem informações de aulas propriamente EAD e é relevante para entendermos como Brasil se comporta em relação a esses métodos, porém o que está sendo testado na Escola de idiomas Embassy é algo novo, a preparação das aulas se dá de maneiras bem mais robustas para que a interação entre os alunos que estão  presencial e os que estão online seja absoluta. De acordo com Ledyane Rodrigues, tem uma pesquisa de satisfação para ver o que os alunos estão achando dos novos métodos e assim aperfeiçoar ainda mais o programa.  

  • embassy manaus lança JIL novo curso hibrido de ingles

A professora Layane Rubin, diz que tem recebido feedbacks positivos de seus alunos e acredita que essa é uma nova tendência do futuro. “Os alunos que muitas vezes não podem estar presencialmente nas aulas tem a possibilidade de assisti-la totalmente online e ao vivo e interagir com o professor e os demais colegas da sala de aula”.

Para Ana Paula Petrosino, CEO do Grupo Embassy, a escola está caminhando para execução de um estudo muito sólido de andragogia, que é desenvolver no aluno adulto sua total autonomia. “ a Embassy já vem vivendo esse momento a muitos anos, nossa bagagem técnica sempre mostrou que o aluno não é genérico e o ensino do nosso professor em sala, também não”.

Ana Paula Petrosino, CEO do Grupo Embassy, acompanhando a estruturação

Os novos métodos utilizado pela Embassy estimula mais ainda o seu aluno  a pensar criticamente, a trabalhar em grupo e  ver mais sentido no conteúdo.  Oportunizando o discente e o incentivando a tomar  a posição de protagonista visando que ele tenha mais  chances de aprender da maneira que melhor funciona para ele.

O  professor então, ganha um papel mais próximo ao de um mentor/orientador  que guia esse processo de procura  pelo conhecimento e, com a diminuição da carga de aulas expositivas, ele tem mais tempo para dar atenção personalizada às necessidades dos estudantes e acompanhar de maneira mais próxima evolução deles.

A CEO, Ana Paula Petrosino finaliza com orgulho do projeto parabenizando todos os colaboradores envolvidos, agradecendo pelo tempo dedicado dos professores, especialistas e coordenadores. ” A Embassy tem por objetivo ofertar cada vez mais novas experiências e abordagens dentro de sala. Tendo por princípio um olhar para  o aprendiz, com sua própria visão do processo de aprendizagem” enfatiza com grandes expectativas.

Texto: Fernanda Souza

Saiba como Alice de Arruda conquistou uma bolsa de estudos em uma universidade de Ohio

“Só através da conexão com as outras pessoas que temos a maior chance de ter novas ideias e criar algo inovador e isso se potencializa quando podemos nos comunicar com pessoas de outras culturas e países. Assim, o inglês é uma necessidade do profissional moderno, que precisa se reinventar e criar a todo momento.”

Alice de Arruda Barbosa começou  a estudar inglês na escola como matéria obrigatória, porém com 11 anos seus  pais a  matricularam em um curso específico da língua, pois entendiam a importância da língua para seu  futuro. Alguns  anos depois ela acabou desistindo, pois  na época não achava o curso dinâmico e não entendia a importância. Com 14 anos voltou  a estudar e desde então não parou  mais, após 7 anos de estudos se formou. Depois de formada  passou  um longo período sem utilizar a língua, tendo assim que se  esforçar para relembrar o que havia aprendido, ouvindo músicas, vendo filmes e lendo livros. 

Anos mais tarde, quando começou  a trabalhar na Musashi teve  que usar o inglês diariamente, “ no começo foi um desafio adaptar meu inglês coloquial ao business, mas com a prática e exposição a língua constantemente consegui fazer esse aperfeiçoamento.”

Sua trajetória  na Musashi, começou quando foi indicada por um amigo para uma vaga em aberto na empresa no setor de Governança Corporativa (Auditoria Interna), a vaga estava há algum tempo sem ser preenchida pois um dos requisitos obrigatórios era o Inglês, assim seu colega sabendo de sua qualificação fez a indicação. Alice foi selecionada para vaga em Maio de 2011, e desde a entrevista foi explicado que o contato com empresas do grupo situadas em outros países seria uma prática constante, tanto via e-mails como reuniões e vídeo conferências, pois a empresa é multinacional com sua sede no Japão. Ela nos contou que graças a esse contato constante, conseguiu aprimorar e moldar seu inglês para business com uma linguagem mais sofisticada, pois antes era voltado para atividades cotidianas e/ou específicas de sua  área ( contabilidade/auditoria). 

Ao longo dos anos, Alice de Arruda teve  várias oportunidades na empresa devido ao idioma, sendo a mais recente em 2018/2019 quando foi indicada pelo CFO das Américas para coordenar regionalmente um grande projeto de atualização do sistema interno da empresa juntamente com a Musashi Canadá. Devido ao projeto participou constantemente de reuniões com os colaboradores do Canadá pessoalmente e via vídeo conferências; também por e-mails e traduções para os colegas de outras áreas que não tinham o domínio da língua,possibilitando que ela  conhecesse  ainda mais do sistema e dos processos de outras áreas. Além disso, teve a oportunidade de visitar a empresa no Canadá, Alice disse que foi  uma experiência ímpar que lhe  trouxe grandes insights, network, treino do inglês e muito conhecimento. 

Por trabalhar em um multinacional, é constante o contato de Barbosa com colaboradores das empresas de outros países através de vídeo conferências, e-mails e periodicamente reuniões presenciais. Como de praxe, inicialmente Alice  ao  participar dessas reuniões ficava nervosa e preocupada, pois não tinha confiança se conseguiria entender perfeitamente cada palavra e se conseguiria passar a mensagem certa. Com passar do tempo e prática passou  a entender e se comunicar melhor, ficando mais confiante, relata ela. 

Em 2019, ela se inscreveu para concorrer a uma bolsa de estudos através do LAIOB para um curso de Corporate Finance na Universidade de Ohio, recebeu a bolsa e teve a grande chance de estudar em uma conceituada universidade americana e conhecer vários hubs de inovação em Columbus-Ohio, sendo o curso todo ministrado em inglês. “Essa experiência me trouxe uma nova perspectiva pessoal e profissional, algo que não conseguiria se não soubesse a língua.” 

Em Janeiro de 2020, Alice procurou a Embassy para fazer um preparatório para as provas de proficiência do IELTS, pois concorreria  a uma bolsa de estudos no reino unido. Foi aceita nas duas universidades no Reino Unido e agora tá só esperando o resultado da bolsa para ingressar.

Devido ao inglês e as oportunidades que teve para utilizá-lo em projetos, passou  a ganhar maior visibilidade e respeito dos colegas de trabalhos e gestores, sendo convidada para participar de novos projetos e iniciativas das outras empresas estrangeiras. ALice diz que , todas as experiências e projetos que participou e ainda participa foram determinantes para sua  evolução de profissional Júnior a Sênior e também para visibilidade na empresa, para convites em novas iniciativas no Brasil e em outros países, muito disso graças ao Inglês. 

“Na minha trajetória grande parte das oportunidades e experiências que me fizeram crescer como profissional, mudaram meu mindset e possibilitaram grandes insights foram através do inglês, assim aconselho a todo profissional que ainda não domina o idioma a se esforçar e buscar esse aprendizado.”

Michel o Especialista que surpreendeu o presidente

Hoje nós vamos te contar a história do Michel Pereira dos Santos. Sua trajetória  com o aprendizado da língua inglesa , quais foram seus maiores desafios e como ele  se habilitou  para chegar preparado  para fazer uma apresentação ao presidente da Honda.

Michel começou a carreira na Honda há 18 anos no ano de 2002, com apenas 19 anos de idade, atuando dentro do  departamento de logística como auxiliar de produção, era responsável pela preparação das peças para serem enviadas às linhas de produção de motocicletas. “ Era fantástico porque recebíamos peças de todos os continentes, e devido a isso, dava pra ter uma noção do percurso das peças até chegarem a nossas mãos”. Em 2006  ele foi  convidado para integrar o time de novos modelos da logística, onde lá, pode evoluir  bastante profissionalmente em termos de desenvolvimento de produtos novos e dos processos de fabricação, pois a relação era constante com quase todas as áreas da fábrica , além disso, como nos contou, teve  a oportunidade de conhecer outras 6 unidades da Honda pelo mundo. Em agosto de 2017, recebeu o convite para fazer parte do time de lanejamento estratégico da fábrica, onde atua  até hoje como especialista de planejamento industrial. “Confesso que a visão da fábrica é mais ampla nesse atual setor, e os desafios são diários. Você precisa estar bem alinhado com os objetivos da empresa e em constante busca por conhecimentos e atualizações.”

É comum da empresa  em viagens  a outros países, sempre levarem  intérpretes, Pereira disse que isso de certa forma os deixa confortáveis em relação a comunicação em outra língua . “Mas às vezes durante as viagens enfrentávamos algumas situações onde nós precisávamos do inglês para se comunicar, como em jantares, aeroportos, hotéis, eu lembro que algumas situações foram bem embaraçosas.” A  relação de Michel  com o idioma inglês efetivamente começou em 2017, quando ingressou no setor de  Planejamento Estratégico, pois os relatórios eram quase todos em inglês, esse então era o grande desafio dele. Em 2018 começou a estudar na Embassy e a se dedicar completamente ao idioma pois precisava entregar seus resultados no setor. No ano de  2019 Pereira já se sentia seguro para  enviar e-mails escrito em inglês como “invites” para reuniões, e-mails a  expatriados ou ainda  pequenas mensagens para as  unidade em São Paulo. Já no segundo semestre de 2019 começou a fazer reuniões periódicas com seus gestores, onde teve o apoio fundamental para ir mais além, estabelecendo assim que a partir de dezembro de 2019 falaria em inglês nas reuniões com os  VPs, ele lembra  que ainda fez um “opening” de uma reunião em inglês.  “Já em 2020, infelizmente tivemos que priorizar outros assuntos devido a toda essa onda da pandemia, porém continuei minhas aulas online na escola durante todo esse tempo.”

Michel nos revelou que aproveitou o esse período que ficamos em casa e  estudou bastante, assistiu a muitos filmes e ouviu  podcast em inglês, além de assistir  as aulas remotas  regulares da Embassy. Retornando as atividades na Honda no final de Maio, Pereira percebeu  que as reuniões estavam acontecendo todas online, e alguns gestores já estavam apresentando em inglês, pois era preciso agilidade nas reuniões com os vices presidentes. “Então pensei bom já estou atrasado com a minha meta. Nessa hora tomei a seguinte decisão: Na próxima reunião que envolver os vice-presidentes, vou falar em inglês. Tracei o plano, conversei com os meus atuais e antigos gestores, fizemos um teste um dia antes e foi (risos). Fiquei um pouco nervoso, mas deu certo. Agora que comecei não posso parar. O sentimento é de muita gratidão a todos que tem me ajudado nesse processo tanto na Escola Embassy através dos treinamentos, como no ambiente de trabalho através do desenvolvimento, sobretudo a minha família que me apoia bastante quando compartilho as experiências em casa.”

Pereira diz que não existe coisa melhor do que você exercitar  e  poder aplicar os conhecimentos da língua inglesa  no seu dia-dia. Em relação ao acontecimento de fazer uma apresentação em inglês pela primeira vez, ele conta que recebeu alguns feedbacks positivos de amigos do trabalho, pelo fato de ter se auto desafiado. “Particularmente a sensação é de alegria por ter começado a falar em inglês no ambiente corporativo, mas tenho consciência que ainda tenho muito chão pela frente. Pretendo continuar estudando e aplicando no meu dia-dia tudo o que venho aprendendo na escola.”

“Muito obrigado a Embassy pela oportunidade de compartilhar essa experiência.”

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